Mais frases de Fabíola Simões!

Toquinho, em "À sombra de um Jatobá", cantou lindamente : "Poucas coisas valem a pena, o importante é ter prazer... longe do amor de quem nos finge amar..." Preste atenção à sua volta. Você não precisa de bajuladores, de um milhão de amigos que reafirmem quem você é. O importante é ter poucos e bons afetos, aquela turminha que sabe do seu sabor, de suas lutas diárias e vitórias merecidas. Gosto de gente sem agrotóxico. Que não tem vergonha de sua casca "mais ou menos" e se perdoa pelas pragas. Que não tem medo de expôr suas fragilidades do mesmo modo que se vangloria de suas virtudes. Gente que não se infla para parecer maior do que é. Gente que se humaniza e se aproxima de mim. Que não faz alarde de sua felicidade, mas valoriza o que vale a pena _ como a sombra de um Jatobá...

Por Fabíola Simões

Quando o verbo é equívoco, o silêncio é corretivo.

Por Fabíola Simões

Infelizmente não é possível obter em pesquisas científicas a partícula fé. A fé que nos faz crer no invisível _ e nem por isso inexistente. A fé que nos conduz a um estado de paz mesmo quando tudo desmorona e explica a coragem de seguir em frente quando toda explicação falha. A fé que justifica e valida o inexplicável, que traduz o intraduzível. Fé é não saber, e assim mesmo crer. Crer na imprevisibilidade da vida, que tece um ponto aqui e arremata lá na frente; Crer no encontro, na inexplicável certeza de que alguns caminhos tinham que se cruzar _ para o bem ou para nosso crescimento; Crer mesmo não enxergando... confiar e acreditar na estrada mesmo quando a neblina encobre todo o caminho. Crer que o fato de estar no lugar certo na hora exata pode ser chamado "sorte", mas não deixa de ser providência; Acreditar que coincidências podem ser eventos aleatórios que te conduzem a um propósito...

Por Fabíola Simões

Os desfechos acontecem a todo momento; estão acontecendo agora, dentro de você. Então não espere fogos de artifício, viradas de página, ou um "The End" em letras garrafais na sua frente. Não deixe passar o Natal, Dia dos Pais ou aniversário de casamento pra dizer que ama, pra falar que não quer mais, pra esquecer qualquer vingancinha, pra definir o que quer que seja. Não adie sua vida e peça a Deus que cure as mágoas, pois essa é a parte mais difícil.

Por Fabíola Simões

Daí vem o Chico e canta lindamente: "Não se afobe não, que nada é pra já... O amor não tem pressa, ele pode esperar..." E a gente entende que é isso mesmo. Que é preciso paciência e um certo trabalho De entrega e responsabilidade Confiança e nenhuma contabilidade. Requer tempo. Pra construir diariamente. Com moderação e habilidade. Perdão e maturidade. Pés no chão e força de vontade.

Por Fabíola Simões

"Era só isso?" _ Sim, só isso. Existe sabedoria na descoberta de que tudo é imperfeito e trivial. Quando fazemos as pazes com a imperfeição dos dias, das pessoas, de nós mesmos... deixamos de estar insatisfeitos; enfim relaxamos e aprendemos a contemplar o presente. Quem acreditou que o "só isso" não bastaria, comprou a falsa ideia de felicidade, a felicidade plastificada que só funciona no photoshop, mas que não é definitiva nem palpável. Altos e baixos hão de vir, mas o restante é simples. O restante é modesto. A maioria dos dias é comum, familiar, gratuito _ feito papel pardo atado com barbante...

Por Fabíola Simões

Não supervalorize o passado, sua "história", seus traumas, sua dor de cotovelo. Todo mundo tem feridas, todo mundo leva tombos, cada um sabe o que traz na bagagem. Tenha sim coragem de valorizar seus milagres, aquilo que é real e palpável, o terreno onde pisa, as mãos entrelaçadas às suas.

Por Fabíola Simões

Gosto de gente sem agrotóxico

Por Fabíola Simões

Escolher o mesmo amor todos os dias é um milagre. Porque todo afeto é feito de pessoas. E pessoas são incompletas e imperfeitas, o amor também. Tem gente que imagina o amor como solução. Não entendeu que amor é construção...

Por Fabíola Simões

A gente vive certo porque errou um dia. E silencia quando entende que todas palavras foram ditas. Porque de vez em quando, aquilo que conserta é aquilo que cala ou ausenta. O nada que diz tudo. Quando o verbo é equívoco, o silêncio é corretivo

Por Fabíola Simões