Como os dedos que rasgaram o papel do presente. Como o ausente dos vários segredos que não revelaram. Como o café que repousa na mesa e será bebido. Como o livro lido duas, três vezes até ser amada a sua beleza. Como quando entrei em você pela primeira vez e entendi. Como, por uma besteira, não sei, minha vó chora e depois ri. Como os dias em que Vivo e não quando estou morto e respirando feito verme. Como a tua mão procurou ver-me no escuro de mim e do quarto: como quando um coração faz um Uivo.