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⁠Aqui está um caminho certo para odiar a si mesmo: fingir ser alguém que você não é para ganhar validação dos outros, ignorando suas necessidades e vontades.

Por Haemin Sunim

Toda vez que alguém coloca a situação na frente do relacionamento, isso acontece pela seguinte razão: falta de perspectiva.

Por John C. Maxwell

Na avenida, deixei lá A pele preta e a minha voz Na avenida, deixei lá A minha fala, minha opinião A minha casa, minha solidão Joguei do alto do terceiro andar Quebrei a cara e me livrei do resto dessa vida Na avenida, dura até o fim Mulher do fim do mundo Eu sou, eu vou até o fim cantar

Por Elza Soares

Felicidade ao teu lado. Muitos teóricos buscam ininterruptamente esmiuçar a felicidade, porém, dizer a si mesmo - sou feliz! seria facilmente constatado como utópico. Não existe uma vida que seja 100% feliz, o que existe, são momentos felizes. E quando estou ao seu lado posso dizer - sou feliz! No momento que saio da sua presença, a felicidade não se encontra mais. Porque um instante de vida feliz é um instante de felicidade, que você torce para não acabar tão rápido. Um instante de vida feliz é um instante que você agarra, que você lamente que tenha acado, que você articula para repetir o mais rápido possível. E o que eu posso desejar, é que seja o seu caso ao meu lado, que quando pensarmos que existirá um fim, por que só podemos lamentar o que em um momento tenha sido bom pra nós. E que se a vida foi e está sendo boa quando estamos juntos, significa que a felicidade tão perseguida está instaurada em cada momento, e esses momentos devem serem lutados conservados e para que não ecoam pelas mãos. Os afetos lembram mais um instrumento de corada, por exemplo uma harpa, do que um instrumento de sopro uma corneta, em uma harpa a corda vibra por muito mais tempo do que o dedilhar que lhe deu causa, na corneta o som sai rigorosamente ao mesmo tempo do sopro que lhe deu causa. Os afetos são assim, como harpa, vibram muito mais tempo, e que nossos momentos sejam como o dedilhar e que nossa harpa não pare de vibrar, para que quando você me encontrar venha vibrando de calor e alegria, porque minha corda por você não parará de vibrar tão cedo.

Por Clóvis de Barros Filho

Eu só tinha a mim, mas eu era brutal e inóspita.

Por Andréa del Fuego

Para compreender as pessoas, devo tentar escutar o que elas não estão dizendo, o que elas talvez nunca venham a dizer.

Por John Powell

O amor, no seu estado social, talvez não tenha nada razoável senão a sua loucura.

Por Antoine Rivarol

A VIDA TEM DESTAS COISAS... - Cultivar relações interpessoais duradouras; -Aprender com estas relações independente destas serem positivas ou não; -Colocar em prática esse aprendizado para que se possa evoluir; -Utilizar essa evolução para influenciar positivamente aqueles que estão ao seu lado; - Mostrar àqueles que estão ao seu lado o quanto eles são importantes para sua vida, mesmo que indiretamente; -Possibilitar que o tópico anterior promova a percepção desta valorização que você atribuiu/atribui à eles. Esses foram apenas algumas das atitudes que se pode praticar para colher os frutos destas sementes plantadas por você... sabe porquê? Porque A VIDA TEM DESTAS COISAS...

Por Leandro Melo

Marcos, MC, 13:2, Mas Jesus respondeu: <J> - Você está vendo estas grandes construções? Não ficará aqui pedra sobre pedra que não seja derrubada.</J>

Por Marcos, Novo Testamento

Quando voltar já não faz parte dos planos Não é fácil criar coragem e desfazer as amarras. É fácil fazer as malas, comprar uma passagem e seguir o seu destino rumo a um outro país. Difícil é aceitar a nova realidade durante esse tempo, aceitar o fato de que você não pertence ao local em que viveu a maior parte da sua vida. Porque ao partir é preciso estar preparado para se reconstruir, para aceitar que é chegado o “agora ou nunca”, a hora de se encontrar, se conhecer e definir quem você quer ser mesmo já sendo bem crescido. É preciso ter coragem para se desfazer das frescuras, de alguns hábitos, criar asas fortes que te ajudem a dar um dos voos mais importantes da sua vida. É preciso se desfazer de preconceitos e aprender de uma vez por todas o significado do respeito. Mudar de país é, quase sempre, fugir de alguns problemas, e então, se ver cercado por mil outros. É viver numa montanha-russa quando se tem medo de altura. Os primeiros meses trazem a mesma sensação da subida: empolgação, felicidade, orgulho de estar lá. E então, a gente acorda certo dia e percebe que reconstruir a vida não é tão lindo quanto parecia, é difícil, desgastante, cansativo. Mas a gente está lá no topo; o investimento foi caro, os seus amigos, a sua família, todo mundo que não veio está lá, te observando de longe. Não dá para desligar a máquina, você não tem coragem de pedir para descer. Você sorri e esconde o desespero. Fecha os olhos e vai. Com medo e sem saber se vai dar certo. Alguns desistem após a primeira descida. Outros se acostumam com a adrenalina e resolvem continuar. Porque nada melhor do que descobrir que você é capaz. Morar fora não é reconhecer os seus limites, é esticá-los um pouquinho mais, dia após dia. É descobrir que você pode ir muito além. É ralar para ser reconhecido onde você é apenas mais um e reconhecer que ser apenas mais um pode ser muito para quem chegou a ser ninguém. Morar fora é dar luz a um novo “eu”, é ser mãe e pai de si próprio. É sofrer para se criar sozinho e ter orgulho do adulto que você recriou. É aceitar que você jamais será o mesmo e ter coragem para decidir que voltar já não faz parte dos seus planos.

Por Aritta Valiense