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Oséias, OS, 2:23, Semearei Israel para mim mesmo na terra e terei compaixão de Lo-Ruamá. E para Lo-Ami direi: ´Você é o meu povo!` Ele responderá: ´Tu és o meu Deus!``

Por Oséias, Antigo Testamento

II Crônicas, 2CR, 31:14, O levita Coré, filho de Imna e guarda do Portão Leste, estava encarregado das ofertas voluntárias trazidas para Deus, para distribuir as ofertas do Senhor e as coisas santíssimas.

Por II Crônicas, Antigo Testamento

Violeta Sempre teu lábio severo Me chama de borboleta! -Se eu deixo as rosas do prado É só por ti-violeta! Tu es formosa e modesta, As outras são tão vaidosas! Embora vivas na sombra Amo-te mais do que às rosas. A borboleta travessa Vive de sol e de flores... -Eu quero o sol de teus olhos, O néctar do teus amores! Cativo de teu perfume Não mais serei borboleta; -Deixa eu dormir no teu seio, Dá-me o teu mel -violeta!

Por Casimiro de Abreu

Juízes, JZ, 9:22, Abimeleque havia dominado sobre Israel durante três anos,

Por Juízes, Antigo Testamento

Mateus, MT, 22:27, Por fim, depois de todos, morreu também a mulher.

Por Mateus, Novo Testamento

Reuniões são indispensáveis quando não se quer fazer nada.

Por John Kenneth Galbraith

Provérbios, PV, 4:26, Faça plana a vereda de seus pés, para que todos os seus caminhos sejam retos.

Por Provérbios, Antigo Testamento

Crescer não é apenas acumular experiências e anos de vida, mas se abrir com humildade ao aprendizado e busca de conhecimento. Quem assume uma posição de liderança no grito não dura nem desempenha.

Por Abilio Diniz

⁠Eu tô com saudade do seu digitando. Dedo batendo na tela, foto aleatória e áudio chegando.

Por Gustavo Moura e Rafael

O PÁSSARO CATIVO Armas, num galho de árvore, o alçapão. E, em breve, uma avezinha descuidada, batendo as asas cai na escravidão. Dás-lhe então, por esplêndida morada, a gaiola dourada. Dás-lhe alpiste, e água fresca, e ovos, e tudo. Por que é que, tendo tudo, há de ficar o passarinho mudo, arrepiado e triste, sem cantar? É que, criança, os pássaros não falam. Só gorgeando a sua dor exalam, sem que os homens os possam entender. Se os pássaros falassem, talvez os teus ouvidos escutassem este cativo pássaro dizer: "Não quero o teu alpiste! Gosto mais do alimento que procuro na mata livre em que a voar me viste. Tenho água fresca num recanto escuro. Da selva em que nasci; da mata entre os verdores, tenho frutos e flores, sem precisar de ti! Não quero a tua esplêndida gaiola! Pois nenhuma riqueza me consola de haver perdido aquilo que perdi... Prefiro o ninho humilde, construído de folhas secas, plácido, e escondido. Entre os galhos das árvores amigas... Solta-me ao vento e ao sol! Com que direito à escravidão me obrigas? Quero saudar as pompas do arrebol! Quero, ao cair da tarde, entoar minhas tristíssimas cantigas! Por que me prendes? Solta-me, covarde! Deus me deu por gaiola a imensidade! Não me roubes a minha liberdade... QUERO VOAR! VOAR!..." Estas coisas o pássaro diria, se pudesse falar. E a tua alma, criança, tremeria, vendo tanta aflição. E a tua mão, tremendo, lhe abriria a porta da prisão...

Por Olavo Bilac