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⁠Tempo. O tempo é uma coisa engraçada. O passado, o futuro. Tudo se confunde. Só há uma maneira de manter tudo certo: lembrar sempre e quem se é.

Por Avatar: O Último Mestre do Ar (série)

Precisamos nos esforçar para "erguermo-nos enquanto subimos". Em outras palavras, devemos subir de modo a garantir que todas as nossas irmãs e irmãos subam conosco.

Por Angela Davis

a vida é lida ou vira casca de ferida

Por Jandira Mingarelli

Agora eu peço à Deus que me diga O que é que eu faço Depois de tanta hora perdida Ou pra fugir pra outro lugar E mesmo assim minha mente volta Pra onde ela não devia estar

Por Cammie

A paz não é um estado primitivo paradisíaco, nem uma forma de convivência regulada pelo acordo. A paz é algo que não conhecemos, que apenas buscamos e imaginamos. A paz é um ideal.

Por Hermann Hesse

II Samuel, 2SM, 15:6, Absalão agia desta maneira com todo o Israel que vinha ao rei para pedir justiça e, assim, conquistava o coração dos homens de Israel.

Por II Samuel, Antigo Testamento

I Samuel, 1SM, 4:10, Então os filisteus lutaram. E Israel foi derrotado, e cada um fugiu para a sua tenda. Foi uma grande derrota, pois foram mortos de Israel trinta mil homens.

Por I Samuel, Antigo Testamento

I Coríntios, 1CO, 13:12, Porque agora vemos como num espelho, de forma obscura; depois veremos face a face. Agora meu conhecimento é incompleto; depois conhecerei como também sou conhecido.

Por I Coríntios, Novo Testamento

O sucesso é a soma de pequenos esforços - repetidos dia sim, e no outro dia também.

Por Robert Collier

Lembrar-me-ei de ti Lembrar-me-ei de ti, e eternamente Hei de chorar tua fatal ausência, Enquanto atroz saudade Não extinguir-me a seiva da existência; E recordando amores que frui, Por estes sítios sempre entre suspiros Lembrar-me-ei de ti. De noite no aposento solitário Cismando a sós, verei a tua imagem Aparecer-me pálida e saudosa Dos sonhos na miragem; E então chorando o anjo que perdi, Meu leito banharei de ardente pranto Chamando em vão por ti. Quando a manhã formosa alvorecendo De seus fulgores inundar o espaço, Demandarei saudoso Esse lugar em que no extremo abraço Teu lindo corpo ao peito meu cingi; E deste vale os ecos acordando Perguntarei por ti. Quando por trás daqueles arvoredos O sol sumir-se, vagarei sozinho Por essas sombras, onde outrora juntos Nos sentamos à borda do caminho; E às auras que suspiram por ali, Inda teu doce nome murmurando, Hei de falar de ti. Além, onde sonora a fonte golfa À sombra de um vergel sempre viçoso, Que sobre nós mil flores entornava, Irei beijar a relva em que ditoso Sobre teu seio a fronte adormeci, E com a clara linfa que murmura, Suspirarei por ti. E quando enfim secar-se a última lágrima Nos olhos meus em triste desalento, Bem como a lira, em que gemendo estala A extrema corda com dorido acento, No sítio em que a primeira vez te vi, Exalando um suspiro, de saudades Hei de morrer por ti.

Por Bernardo Guimarães