Veja outros textos inspiradores!
Salmos, SL, 35:26, Envergonhem-se e, juntos, sejam cobertos de vexame os que se alegram com o meu mal! Cubram-se de vergonha e humilhação os que se engrandecem contra mim!
Por Salmos, Antigo TestamentoNúmeros, NM, 26:56, A herança deles será repartida por sorteio entre as tribos maiores e menores.
Por Números, Antigo TestamentoJó, JÓ, 13:20, Concede-me somente duas coisas, ó Deus, e assim não me esconderei de ti:
Por Jó, Antigo TestamentoA beleza não é uma qualidade inerente às coisas. Ela existe apenas na mente de quem as contempla.
Por David HumeQuando nós, pais, temos dificuldade de dar à criança aquilo que ela pede, devemos rever nosso próprio desamparo infantil ao invés de colocar a culpa na criança.
Por Laura GutmanO mal não coopera. O mal não divide. Quando eu terminar, o mal não perderá.
Por A Escola do Bem e do Mal (filme)William Contraponto: A lucidez como heresia A poesia de William Contraponto não pede licença. Ela entra como pergunta. Permanece como desconforto. E sai deixando vestígios — não de esperança, mas de pensamento. Seu verso é seco, rente ao osso, herdeiro de um pacto com a lucidez. Ex-médium, hoje ateu, Contraponto não escreve a partir do ressentimento, mas da experiência desnudada. Viveu por dentro os rituais, sentiu o corpo ser tomado por forças que pareciam externas, mas depois reconheceu: o que parecia transcendência era desejo encenado, era necessidade de sentido em estado bruto. E foi esse rompimento — não com a fé, mas com a ilusão — que marcou sua travessia estética. Sua obra é radicalmente existencialista. Não no sentido acadêmico, mas vital. Contraponto não cita Sartre, Camus ou Beauvoir. Ele os atravessa. Sua escrita emerge da mesma angústia essencial: a de estar vivo num mundo sem garantias. Seu olhar recusa os confortos espirituais, os dogmas reciclados, as promessas vendidas como salvação. Em vez disso, oferece o que resta depois do desengano: umvazio honesto, um silêncio não manipulado, uma linguagem que pensa,. O estilo é contido, afiado, desprovido de ornamentos. Há ritmo, mas não há melodia fácil. Cada poema parece limado até o limite da palavra exata. Nada sobra. Nada falta. É uma poesia que respira o pensamento e sangra a dúvida. Mais próxima do ensaio do que da canção, mais próxima da meditação crua do que do lirismo adocicado. William Contraponto é também um poeta de consciência social. Sua descrença no sagrado caminha junto de sua recusa às estruturas que domesticam a liberdade — sejam elas religiosas, políticas ou econômicas. Mas sua crítica nunca desumaniza. Ao contrário: nasce de uma empatia crua com o humano como projeto inacabado. No lugar da fé, propõe o enfrentamento. No lugar da doutrina, a lucidez. No lugar da promessa, a palavra como faca — ou espelho. Ler William Contraponto é ser tirado do eixo. É lembrar que pensar também dói. E que há beleza, sim, no que não consola.
Por Neno MarquesSofonias, SF, 3:19, Eis que, naquele tempo, agirei contra todos os que a afligem. Salvarei os que coxeiam e recolherei os que foram expulsos. Farei deles um louvor e um nome em toda a terra em que foram envergonhados.
Por Sofonias, Antigo TestamentoEu não pensei que tudo fosse ser assim Descubro em seus olhos um lugar sem fim Só pra você e pra mim
Por Catch SideSou como Edith Piaf: "Je ne regrette rien" (não lamento nada). Fiz o que quis e fiz com paixão. Se a paixão estava errada, paciência. Não tenho frustrações, porque vivi como em um espetáculo. Não fiquei vendo a vida passar, sempre acompanhei o desfile.
Por Mário Lago