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Teatro Certa noite você me disse que eu não tinha coração Nessa noite aberta como uma estranha flor expus a todos meu coração que não tenho
Por Ana Martins MarquesNúmeros, NM, 30:4, e seu pai, sabendo do voto e da abstinência a que ela se obrigou, não lhe disser nada, todos os seus votos serão válidos; terá de observar toda a abstinência a que se obrigou.
Por Números, Antigo TestamentoMeu compromisso é honrar as mulheres, proteger os mais frágeis e governar para todos.
Por Dilma RousseffUma nuvem sobre a alma cobre e descobre muito mais a terra, do que uma nuvem no horizonte.
Por Alphonse de LamartineOuço no rádio, a nossa canção E a noite vem, trazendo a solidão A tua ausência faz doer demais Parte o coração que morre a cada dia mais
Por Juliano CezarJoel, JL, 1:20, Também todos os animais selvagens suspiram por ti, porque os rios secaram, e o fogo devorou as pastagens.
Por Joel, Antigo TestamentoÉ simples a separação. Adeus. Desenlaçado o último abraço, uma pressa de dar contas um ao outro. Já não há gestos. O derradeiro (impossível) seria não desfazer o abraço. Pressa de cada um retomar o outro na teia lenta da remembrança. Não desfazer o abraço. Ficar face encostada ao niagara dos cabelos. Sobram fotografias, voz no gravador, um bilhete na caixa do correio. Sobra o telefone. Tensão - telefone. Experimentada. Sofrida. Tensão - telefone. Possibilidade de voz não póstuma. No gravador, voz de ontem, de anteontem. De há anos. Sobra o telefone. Mudo. Retininte? Sobrarão as cartas. Sobra a espera. Na teia lenta da remembrança, retomo-te em memória recente: na praia de ternura onde nos enrolámos e desenrolámos desesperados de separação. Sobra a separação.
Por Alexandre O'Neill