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Ó meu Pai, dá-me o direito De dizer coisas sem sentido De não ter que ser perfeito Pretérito, sujeito, artigo definido De me apaixonar todo dia De ser mais jovem que meu filho E ir aprendendo com ele A magia de nunca perder o brilho Virar os dados do destino De me contradizer, de não ter meta Me reinventar, ser meu próprio Deus Viver menino, morrer poeta
Por Vander LeeEu vivi tempo demais. Vi nações brilharem, prosperarem e caírem. Vi grandes artes sucumbirem à crueldade do tempo. Conheci o amor e provei suas lágrimas amargas muitas vezes. Depois de um tempo, você esquece como é sentir êxtase.
Por Cursed: A Lenda Do LagoSalmos, SL, 49:8, pois a redenção da alma deles é caríssima, e cessará a tentativa para sempre - ,
Por Salmos, Antigo TestamentoHá algo em fazer as coisas da maneira que nossos ancestrais costumavam fazer, que coloca o seu coração de volta ao ritmo dessa coisa chamada vida.
Por Joanna GainesI Pedro, 1PE, 5:1, Aos presbíteros que há entre vocês, eu, presbítero como eles, testemunha dos sofrimentos de Cristo e, ainda, coparticipante da glória que há de ser revelada, peço
Por I Pedro, Novo TestamentoI Reis, 1RS, 22:35, A batalha se intensificou naquele dia. Quanto ao rei, seguraram-no em pé no seu carro de guerra de frente para os sírios, mas à tarde ele morreu. O sangue corria da ferida para o fundo do carro.
Por I Reis, Antigo TestamentoSONETO DE APEGO Esse amor que se lança, em melodia lúdico aos meus braços, tão sedutor me arrebata, e me acaricia e balbucia sensações no desejo, agradável ardor Esse amor, inteiriço, alma e poesia que suspira paixão e põe a compor emoção, única a que dei os, alegria e mais e mais, então, mais eu daria Esse amor que a predileção ganha a grandeza de repartir a quem ama e guarda aquele sentimento singelo Esse amor é inocente. Tão donzelo talvez, mas ao toque que se flama é amor que se derrama, rijo e belo! © Luciano Spagnol – poeta do cerrado 22, agosto, 2021, 06’21’ - Araguari, MG
Por Poeta do cerrado LUCIANO SPAGNOLNatureza nobre é aquela / que tem coragem / de olhar nos olhos / o destino comum, e que com franca língua, / sem subtrair nada da verdade, / confessa o mal que nos foi dado como destino / e a condição baixa e frágil do homem.
Por Giacomo Leopardi