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Diário público de Aline Caira Tenho muitas falhas, contudo, em meio a elas, busquei incessantemente acertar, atenuar minhas dores e sofrimentos. Não sou a imagem distorcida que criaram de mim, nem a representação das palavras maldosas proferidas. Não sou essa criatura monstruosa que engendraram contra mim e minha filha. Fomos filmadas e gravadas com o intuito de nos intimidar, fragilizar e incutir temor. Eu, Aline Caira, repudio essa caricatura grotesca. Longe de ser esse monstro, quem me conhece testemunha minha sensibilidade, a facilidade com que me comovo às lágrimas, a compulsão em auxiliar o próximo, mesmo em detrimento das minhas próprias necessidades. Sou uma humilde sofredora que, por vezes, veste-se com a armadura da supermulher para ocultar minhas fragilidades. No entanto, sou apenas uma mulher-menina que anseia por um mundo cor-de-rosa com aroma de baunilha. Não merecíamos tamanha carga de sofrimento, humilhação e atentados contra nossas vidas. Qual a razão para essa crueldade? Por que fomos alvos de tamanha perversidade? Somos seres humanos, filhas de Deus. A ausência de uma família que nos proteja e zele não legitima o direito de nos ferir e desejar nossa destruição. Essa violência jamais deveria ter ocorrido. Quase me levaram à loucura, agravaram minhas enfermidades. Sofro de depressão desde a infância, mas os tormentos intensificaram meu sofrimento. Atentaram contra nossas vidas, fomos expostas de forma humilhante e vexatória perante toda a cidade de Franca. Perdemos nosso lar, sucumbimos diante de tanta maldade. Onde está a humanidade? Onde reside o amor de Cristo? Se não fosse a presença divina em minha vida, eu estaria morta e minha filha órfã. Imaginem minha filha abandonada nesse vale de sombras onde fui depreciada, onde o berço que me viu nascer se transformou em um mar de sofrimento e terror psicológico. Minha filha se tornaria uma delinquente sofredora em meio a narcisistas. Que Deus Pai Todo Poderoso nos proteja sempre dessas almas corrompidas. Que possamos seguir em frente com a humildade de um recomeço. Eu, minha amada e doce filha, e nossa dog Princess Clara. Iniciaremos um novo ciclo, uma nova era, sem medos, sem sofrimentos, mais próximas de Deus e com a família que escolhemos para ser nossa. Aproveitaram-se da nossa condição de sermos apenas eu e minha filha se encorajaram para nos destruír. Mas Deus é maior, Deus não permitiu tamanha maldade. Deus é bom o tempo todo.
Por Aline CairaMarcos, MC, 7:10, <J>Pois Moisés disse: ´Honre o seu pai e a sua mãe.`</J> <J>E: ´Quem maldisser o seu pai ou a sua mãe seja punido de morte.`</J>
Por Marcos, Novo TestamentoII Reis, 2RS, 20:12, Nesse tempo, Merodaque-Baladã, filho de Baladã, rei da Babilônia, enviou cartas e um presente a Ezequias, porque soube que ele havia estado doente.
Por II Reis, Antigo Testamento"Toda educação moderna deve girar em torno de problemas. Não de aulas. Você cria problemas. Quem dá aula sem ser com problemas, está no século XVII , medieval, antes da Revolução Francesa. Há muita gente arcaica circulando..." (LIMA, 1998, p. 9)
Por Lauro de Oliveira LimaA Casa Branca Nau Preta Estou reclinado na poltrona, é tarde, o Verão apagou-se... Nem sonho, nem cismo, um torpor alastra em meu cérebro... Não existe manhã para o meu torpor nesta hora... Ontem foi um mau sonho que alguém teve por mim... Há uma interrupção lateral na minha consciência... Continuam encostadas as portas da janela desta tarde Apesar de as janelas estarem abertas de par em par... Sigo sem atenção as minhas sensações sem nexo, E a personalidade que tenho está entre o corpo e a alma... Quem dera que houvesse Um terceiro estado pra alma, se ela tiver só dois... Um quarto estado pra alma, se são três os que ela tem... A impossibilidade de tudo quanto eu nem chego a sonhar Dói-me por detrás das costas da minha consciência de sentir... As naus seguiram, Seguiram viagem não sei em que dia escondido, E a rota que devem seguir estava escrita nos ritmos, Os ritmos perdidos das canções mortas do marinheiro de sonho... Árvores paradas da quinta, vistas através da janela, Árvores estranhas a mim a um ponto inconcebível à consciência de as estar vendo, Árvores iguais todas a não serem mais que eu vê-las, Não poder eu fazer qualquer coisa gênero haver árvores que deixasse de doer, Não poder eu coexistir para o lado de lá com estar-vos vendo do lado de cá. E poder levantar-me desta poltrona deixando os sonhos no chão... Que sonhos? ... Eu não sei se sonhei ... Que naus partiram, para onde? Tive essa impressão sem nexo porque no quadro fronteira Naus partem — naus não, barcos, mas as naus estão em mim, E é sempre melhor o impreciso que embala do que o certo que basta, Porque o que basta acaba onde basta, e onde acaba não basta, E nada que se pareça com isto devia ser o sentido da vida... Quem pôs as formas das árvores dentro da existência das árvores? Quem deu frondoso a arvoredos, e me deixou por verdecer? Onde tenho o meu pensamento que me dói estar sem ele, Sentir sem auxílio de poder para quando quiser, e o mar alto E a última viagem, sempre para lá, das naus a subir... Não há, substância de pensamento na matéria de alma com que penso ... Há só janelas abertas de par em par encostadas por causa do calor que já não faz, E o quintal cheio de luz sem luz agora ainda-agora, e eu. Na vidraça aberta, fronteira ao ângulo com que o meu olhar a colhe A casa branca distante onde mora... Fecho o olhar... E os meus olhos fitos na casa branca sem a ver São outros olhos vendo sem estar fitos nela a nau que se afasta. E eu, parado, mole, adormecido, Tenho o mar embalando-me e sofro... Aos próprios palácios distantes a nau que penso não leva. As escadas dando sobre o mar inatingível ela não alberga. Aos jardins maravilhosos nas ilhas inexplícitas não deixa. Tudo perde o sentido com que o abrigo em meu pórtico E o mar entra por os meus olhos o pórtico cessando. Caia a noite, não caia a noite, que importa a candeia Por acender nas casas que não vejo na encosta e eu lá? Úmida sombra nos sons do tanque noturna sem lua, as rãs rangem, Coaxar tarde no vale, porque tudo é vale onde o som dói. Milagre do aparecimento da Senhora das Angústias aos loucos, Maravilha do enegrecimento do punhal tirado para os atos, Os olhos fechados, a cabeça pendida contra a coluna certa, E o mundo para além dos vitrais paisagem sem ruínas... A casa branca nau preta... Felicidade na Austrália...
Por Álvaro de CamposPara resolver grandes problemas, você deve estar disposto a fazer coisas que desagradam.
Por Lee IacoccaOuça bem o que vou lhe dizer, seu idiota patético. (...) Chegará o dia em que você descobrirá a verdade sobre mim. Então me pedirá perdão de joelhos, mas presumo que não serei capaz de perdoá-lo porque já estarei ferida demais para isso.
Por Lani QueirozI Crônicas, 1CR, 9:22, Todos estes, escolhidos para guardas das portas, foram duzentos e doze. Estes foram registrados pelas suas genealogias nas suas respectivas aldeias; e Davi e Samuel, o vidente, os constituíram cada um no seu cargo.
Por I Crônicas, Antigo Testamento