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Um beijo no coração de cada mulher que ler esta crônica que vem bem do coração de um poeta romantico... Osculos e amplexos Marcial MULHERES... ESSAS CRIATURAS MARAVILHOSAS Marcial Salaverry É sempre com muita satisfação que presto homenagem às mulheres, pois em todos os sentidos, são elas as responsáveis pelos nossos melhores momentos, desde nosso nascimento. E não falo somente em nome dos homens, mas em nome de todos os seres viventes. Nosso primeiro contato é com nossa mãe. Nosso primeiro alimento também. Os primeiros cuidados que recebemos desde a mais tenra infância, sempre são prestados por mulheres. Vocês já repararam que nas maternidades são quase sempre enfermeiras que atendem. Para lidar com crianças e com parturientes, sempre são mulheres. Há que se ter uma sensibilidade especial para esse atendimento. Depois, nos bancos escolares, para o ensino das primeiras letras, é a sensibilidade feminina que mais uma vez se destaca. A grande maioria do professorado primário é composta por mulheres. Claro, para se lidar com crianças, sempre a sensibilidade feminina é mais confiável. Afinal, é nas escolas primárias que se molda a personalidade dos futuros adultos. E essa é uma responsabilidade muito grande, que cabe às nossas heroínas. Na sequencia da vida, as mulheres continuam sempre com a maior dose de trabalho. Em priscas eras, as mulheres eram criadas apenas para cuidar da casa, dos filhos e do marido, a quem se devia obediência cega. Em algumas regiões, era obrigação tratar o marido como "Meu Senhor". Pode? Era assim... Felizmente para todos, a situação mudou radicalmente. Mas a luta que as mulheres tiveram que manter para conseguir tal mudança, foi enorme... A resistência masculina à perda dos privilégios adquiridos há tanto tempo foi muito grande. Torna-se desnecessário relembrar a quantidade de passeatas, de protestos que elas tiveram que fazer. Passaram por muitas humilhações. Mas ei-las agora, vencedoras e rainhas absolutas... Bem, nem tanto, pois, por incrível que pareça ainda hoje existe resistência contra a ação das mulheres. Já conseguiram galgar posições importantes, mas ainda tem que vencer muitas restrições. Ainda existem homens e, por incrível que pareça, até mulheres, que acham certos trabalhos "essencialmente masculinos”, bem como para a prática de certos esportes, como o futebol, por exemplo, existe muita resistência quanto a sua prática pelas mulheres. E sempre será um lindo espetáculo o futebol feminino, como todo e qualquer esporte praticado por mulheres. Gente... Estamos no século 21, já notaram? Temos que abrir os olhos, e ver que as mulheres têm tanta capacidade quanto os homens para a execução de qualquer tipo de trabalho, para a prática de qualquer tipo de esporte. E ainda apresentam uma vantagem que cada vez se torna mais perceptível, pois elas tem uma sensibilidade muito apurada, que lhes permite tomar decisões mais acertadas em situações delicadas. Temos que reconhecer isso, acabando com essas restrições que verificamos ainda existir. Por exemplo, não consigo entender o porque, que para um mesmo tipo de trabalho, o salário da mulher seja inferior ao do homem. Não dá para entender. Não resta a menor dúvida que para o DIA INTERNACIONAL DA MULHER, em boa hora criado, (bem... não é hoje o Dia Internacional da Mulher? Discordo, pois todos os dias do ano devem ser o Dia da Mulher...) temos que prestar a mais significativa das homenagens, oferecendo uma rosa a cada uma delas. São muitas? Ora, também somos muitos a oferecer... A vocês, criaturas maravilhosas, um GRANDE BEIJO NO CORAÇÃO. E para todos que sabemos agradecer a presença sempre maravilhosa de nossas queridas companheiras, vivamos a seu lado, mais UM LINDO DIA.
Por Marcial SalaverryA Grande Manchete Aproxima-se a hora da manchete. O PETRÓLEO ACABOU. Acabaram as alucinações os crimes, os romances as guerras do petróleo. O mundo fica livre do pesadelo institucionalizado. Atiradores ao lixo motores de combustão interna e lataria colorida, o Museu da Sucata exibe o derradeiro carro carrasco. Tem etiqueta de remorso: “Cansei a humanidade”. Ruas voltam a existir para o homem e as alegrias de estar-junto. A poluição perdeu seu aliado fidelíssimo. A pressa acabou. Acabou, pessoal! o congestionamento, o palavrão, a neurose coletiva. A morte violenta entre ferragens com seu véu de óleo e chamas acabou. Milhões de arvores meninas irrompem do asfalto e da consciência em carnaval de sol. Dão sombras grátis ao papo dos amigos, à doçura do ócio no intervalo do batente, do amor antes aprisionado sob o capô ou esmigalhado pelas rodas, â vida de mil formas naturais. Pessoas, animais, confraternizam: Milagre! Dura 5 (?) minutos a festa da natureza com a cidade. Irrompem formas eletrônicas implacáveis, engenhos teleguiados catapúlticos de máximo poder ofensivo e reconquistam o espaço em que a vida bailava. Recomeça o problema de viver na cidade-problema? De que valeu cantar o fim da gasolina de alta octanagem? Enquanto não vem a formidável manchete vamos curtindo outras manchetinhas a varejo. Vamos curtindo a visão do caos e do extermínio na rua, na foto, no sono atormentado: Mas 400 carros por dia nas pistas que encolhem, encolhem, são apenas enfumaçadas fita de rangidos. Mais loucura, mais palavrão e mais desastre. E lemos Ralph Nader: a cada 10 minutos morre uma pessoa em acidente de carro; a cada 15 segundos sai alguém ferido na pátria industrial dos automóveis. Vamos imitá-la? Vamos vencê-la em desafio de quem mata mais e morre mais? Ou vamos ficar apenas engarrafados sem garrafa no ar poluído e constelado de placa, de sinais que assinalam o grande entupimento? Perguntas estas são mensagem também ela espremida na garrafa que bóia no alto-mar de ondas surdas e cegas à espera do futuro que as responda.
Por Carlos Drummond de AndradeEzequiel, EZ, 11:18, Voltarão para ali e tirarão dela todos os seus ídolos detestáveis e todas as suas abominações.
Por Ezequiel, Antigo TestamentoI Reis, 1RS, 17:13, Elias disse a ela: - Não tenha medo. Vá e faça o que você disse. Mas primeiro faça um pãozinho com o que você tem e traga-o para mim. Depois, prepare o resto para você e para o seu filho.
Por I Reis, Antigo TestamentoA educação filosófica produz não o cristão, não o católico, mas o gentil homem.
Por John Henry NewmanO segredo do demagogo é de se fazer passar por tão estúpido quanto a sua plateia, para que esta imagine ser tão esperta quanto ele.
Por Karl KrausO mar... Quando a gente olha o mar De tarde ou quando cai o luar Pensa longe Sem nenhuma intenção de voltar Não tem visão Nem sequer direção Só pensa no nada Só sente o vento batendo no rosto Os cabelos soltos envoltos Sem quem contê-los e acariciá-los. Aqui onde os pescadores passam Cantam e louvam seus pescados Não consigo me sentir feliz Mas acho linda felicidade De quem vive com a simplicidade E no pouco se faz contente. Não se importa com ninguém Nem se quer se sente menor. Queria eu, poder ter essa vida De viver na beira da praia Debaixo do sol Na brisa do mar Vendo a lua nascer O sol se pôr Só pra poder depois dançar A ciranda mais vigente Que chamasse o meu amor. Todo dia o tempero no fogo iria deixar Preparando o gosto que daria ao alimento Que alma traria o complemento Com amor e um beijo Receberia o herói que a prenda me trouxe Como troféu do guerreiro que volta pro seu lar Guerreando com as ondas E fisgando o maior e o melhor pra nos deliciar E eu que nem gosto de frutos do mar Só deixaria meu amor se empapuçar. Ah! Pra tal momento ia o dia todo me enfeitar Esperar meu pescador trazer o que fosse do mar Assim me preparar: A saia mais linda e rodada colocar O batom mais carmim meus lábios pintar O perfume mais frutal realçar O canto mais afinado ensaiar A dança os passos bailar. Esse seria o feitiço que jogaria Pra nunca mais do meu lado pensar Em sair e me deixar Da forma solitária e vazia Que um dia me deixou ficar...
Por Cristiana Passinato