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Minhas mãos eram fortes Mas meus joelhos eram muito fracos Para permanecer em seus braços Sem cair aos seus pés

Por Adele

(...) faze com que eu perca o pudor de desejar que na hora de minha morte haja uma mão humana amada para apertar a minha (...)

Por Clarice Lispector

Envelhecer ainda é a única maneira que se descobriu de viver muito tempo.

Por Charles Saint-Beuve

Não se pode dizer que me encontro num país. Sei apenas de minha qualidade de rei de tudo que aqui se encontra, até onde vejo e um pouco mais além. Sou, apoiado por minhas terras, meu pastor e nada me faltará, como já não me falta. Vim aqui acreditando buscar a felicidade e embora esteja num paraíso, não a encontrei, muito menos as ferramentas q'eu julgava necessárias para a sua busca. Minto: achei algumas que mostraram o quão falsa era essa jornada! A paz que sinto agora não tem nome e é difícil de se traduzir, isso se for possível. Não precisei ser rei coroado por mim, não necessitei matar para sentir falsa superiodade, não cri em algo que não vejo ou naquilo que seja impossível de se deduzir para estar aqui (ou por estar). Crendo em tudo que me é tangível, tingi meu mundo de cores inimagináveis. Quando das minhas cores me perco e minha paz se esvai, e a tristeza me abate, ando por meus campos tentando entender as vicissitudes de lá fora em confronto das daqui de dentro e, me conformo, à medida dos passos, que a tristeza cá ficará guardada, em companhia de serenidade. Porém, com um pouquinho mais de cor.

Por Anônimo

⁠ ( 015 ) Jenário de Fátima ARCO - ÍRIS Pus a escada na parede Pro Arco-iris pegar Tive que tirar a rede E o ferro de engomar Como estava com sede Bebi antes Guarará Mas agora olhe vede, Onde o Aro-íris está? Sumiu e escafedeu Fugiu com o Deus Prometeu Pr'algum reinado distante. Quem sabe pra Grécia Antiga Onde pequena formiga Morde o pé de um elefante. Jemário de Fátima

Por Jenário de Fátima

O importante não é o que se dá, mas o amor com que se dá.

Por Madre Teresa de Calcutá

Porque nós só questionamos depois Que as coisa acontecem.

Por Antonio Bezerra

Em um determinado momento da história dos Estados Unidos, quando mulheres negras em todas as regiões do país poderiam ter se juntado para exigir equidade social para as mulheres e reconhecimento do impacto do sexismo em nosso status social, estávamos, em geral, em silêncio. Nosso silêncio não era mera reação contra as brancas liberacionistas nem gesto de solidariedade aos patriarcas negros. Era o silêncio do oprimido: aquele profundo silêncio engendrado de resignação e aceitação perante seu destino.

Por bell hooks

Te amo Nosso ódio pelo mundo é parecido

Por Baco Exu do Blues

Vencer pelas próprias forças é uma sensação incomparável.

Por Roberto Shinyashiki