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Josué, JS, 6:18, Quanto a vocês, cuidem para não ficar com nenhuma das coisas condenadas, para não acontecer que, depois de as terem condenado, vocês as tomem para si. Neste caso, tornariam maldito o arraial de Israel e trariam confusão a ele.

Por Josué, Antigo Testamento

Atos, AT, 14:11, Quando as multidões viram o que Paulo tinha feito, gritaram em língua licaônica: - Os deuses, em forma de homens, desceram até nós.

Por Atos, Novo Testamento

Sabemos o que somos, mas ignoramos o que podemos nos tornar.

Por William Shakespeare

A família é a fonte da prosperidade e da desgraça dos povos.

Por Martinho Lutero

Marcos, MC, 7:26, Essa mulher era estrangeira, de origem siro-fenícia, e pedia a Jesus que expulsasse o demônio da sua filha.

Por Marcos, Novo Testamento

Salmos, SL, 79:13, Quanto a nós, teu povo e ovelhas do teu pasto, para sempre te daremos graças; de geração em geração proclamaremos os teus louvores.

Por Salmos, Antigo Testamento

Nunca sei se quero descansar porque estou realmente cansada, ou se quero descansar para desistir.

Por Clarice Lispector

I Pedro, 1PE, 1:21, Por meio dele, vocês creem em Deus, o qual o ressuscitou dentre os mortos e lhe deu glória, para que a fé e a esperança de vocês estejam em Deus.

Por I Pedro, Novo Testamento

⁠Nunca tenha medo de confiar um futuro desconhecido a um Deus conhecido. Arminianismo Brasil

Por Corrie ten Boom

Enterrei mais coisas nessa vida que um filhote de cachorro Nesse cemitério deserto, uma pausa para respirar. Olho em volta, um sem número de covas abertas, muita lama e poças de chuva, e nenhum guarda para me parar. O fato, amigo, é que enterrei mais coisas nessa vida que um filhote de cachorro. Talvez por herança genética, de velhos lobos hoje tão non sense, mas ainda assim, um filhote histérico, bobo, desesperado e nem por isso inocente. Respiro fundo. Tomo um gole antes de recomeçar e dou uma boa olhada em volta. Sei que o que é morto deve ficar morto, mas é preciso quando enterramos errado, sem partes, ou varremos dormindo e não falecido pra debaixo do tapete, de bruços ou sem pontos finais, sem lápides ou fortes trancas nos caixões. E como em uma gincana de crianças onde achar uma pista leva a outra, cada cova que eu abro me leva exaustivamente a uma diferente que ainda preciso abrir. A garoa fina desce pelo rosto, tomo coragem, ergo a pá com um brinde e vou para a cova seguinte. "-Mais uma rodada?", o barman pergunta. "-Espero que a última...", respondo com os olhos. Pois esse cemitério que carrego precisa dar descanso a esse coveiro cansado de enterrar erros e fraquezas e desculpas e pesos e medos. 01/03/2017

Por Nenê Altro