Veja outros textos inspiradores!

⁠Quando a tempestade passa, a resiliência é o sol que ilumina o caminho da reconstrução.

Por Marcelo Viana

⁠Deus não está buscando gigantes espirituais, mas sim santos comuns de uma fé simples que perderam toda confiança na carne.

Por David Wilkerson

A CRÕNICA é um gênero de entretenimento. O romancista, o poeta e o contista não precisam e é bom que não precisem entreter o leitor. O cronista é um cara que aparece no século 19, com a imprensa, e a crônica surge para amaciar o jornal. Uma espécie de recreio do jornal, em que o leitor está lendo sobre absurdos, dá uma respirada. É uma brisa no jornal. Então, tenho essa consciência de que meu papel ali é de entreter o leitor. Entretenimento é visto, geralmente, com preconceito. Como se o entretenimento fosse inimigo da reflexão e da profundidade. Eu discordo. Você pode entreter pelo humor, pela comédia, pelo lirismo. Nosso maior cronista, Rubem Braga, não é um cronista que tinha o humor como sua principal característica. Ele era, principalmente, lírico. Muitas vezes, a crônica dele é triste e nos deixa tristes, mas a tristeza pode ser, de certa forma, uma maneira de entretenimento. Uma certa melancolia é uma maneira de saborear a vida e encará-la. Tenho isso em vista quando escrevo crônicas: chegar até meu público e tentar falar alguma coisa que seja prazerosa.

Por Antonio Prata

Lucas, LC, 1:37, Porque para Deus não há nada impossível.

Por Lucas, Novo Testamento

MERGULHO Almejo mergulhar na solidão e no silêncio, para encontrar-me e despojar-me de mim, até que a Eterna Presença seja a minha plenitude.

Por Helena Kolody

Se nós pudéssemos colocar a sua má sorte em uma garrafa, nós teríamos uma arma de destruição em massa.

Por Eclipse

Sua beleza, sua coragem, agora vejo que não há motivo para inveja. Suas qualidades serão sua queda!

Por Duas Rainhas

Custo e valor são duas coisas muito diferentes.

Por Delírios de Consumo de Becky Bloom

Se uma garota tem que morrer, tem que ser de forma glamurosa, certo?

Por Katherine Pierce

Bela, sem enfeites. De uma beleza que acaba de se arrancar ao sono.

Por Jean Racine