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I Coríntios, 1CO, 7:11, Mas, se ela se separar, que não se case de novo ou que se reconcilie com o seu marido. E que o marido não se divorcie da sua esposa.
Por I Coríntios, Novo TestamentoLevítico, LV, 24:4, Sobre o candeeiro de ouro puro conservará em ordem as lâmpadas diante do Senhor, continuamente.
Por Levítico, Antigo TestamentoÁgua Perrier Não quero mudar você nem mostrar novos mundos pois eu, meu amor, acho graça até mesmo em clichês Adoro esse olhar blasé que não só já viu quase tudo mas acha tudo tão déjà-vu mesmo antes de ver. Só proponho alimentar meu tédio. Para tanto, exponho a minha admiração. Você em troca cede o seu olhar sem sonhos à minha contemplação
Por Antonio CiceroA fecundidade é um dom, um fim do matrimônio, porque o amor conjugal tende naturalmente a ser fecundo. O filho não vem de fora acrescentar-se ao amor mútuo dos esposos; surge no próprio âmago dessa doação mútua, da qual é fruto e realização.
Por Catecismo da Igreja CatólicaO que é que é que todos sentem é igual e diferente e sendo comum a todos é sempre pessoal e dependente? O que é que é que na batalha vence o cabo e o general que se dá no peito de pobre e industrial e transforma santo em marginal? O que é que é que se pensa coisa humana mas tem força animal e sendo comezinho é também transcedental e posto que concreto é abstrato e real? O que é que é que não se pode interromper como se fosse vício e a que a gente se entrega rindo ignoranto o suplício. Que coisa é essa para o qual o médico não tem medicamento o engenheiro não tem compasso o ator não tem disfarce e o jardineiro mesmo arrancando nasce? O que é que às vezes começa sorrateiro sem ser sentido que não se tendo antes experimendato e vivido quando surge é logo reconhecido? que faz do mais tíido atrevido e do mais afoito comedido que quando mais cortado mais comprido e prazeroso mesmo sofrido? Oque é que é? Quem souber Sabe o que eu digo.
Por Affonso Romano de Sant'AnnaRetorno Gastei toda aquarela, recolhida. Silêncio de barcos acidentados, fruta madura espatifando-se na terra. Colhi no ventre da treva estas palavras tocando-as devagar, com medo de que por trás de suas faces frescas me aguardasse uma emboscada. Sei pelo avesso suas formas conturbadas, atormentam-me seus abismos híbridos. Vê-las pulsando salva-me da lábia estofada cotidiana, mas também me expõe à rude dimensão da liberdade e seu preço poucas vezes raso. Cintila a pedra noturna dos meus olhos nos seus olhos, sei que posso atravessá-los num sopro. Após tantas águas fugidias, o refluxo. As portas batem, como nos dias arejados.
Por Ledusha Spinardi