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Seja confiante. Seja compassivo. Seja inteligente. Seja humilde. Seja generoso. O universo retribui o que você dá.
Por Lauren JaureguiMateus, MT, 26:6, Quando Jesus estava em Betânia, na casa de Simão, o leproso,
Por Mateus, Novo TestamentoJuízes, JZ, 2:19, Mas, quando o juiz morria, eles voltavam a viver como antes e se tornavam piores do que os seus pais, seguindo outros deuses, servindo-os e adorando-os. Não abandonavam nenhuma das suas práticas, nem a sua obstinação.
Por Juízes, Antigo TestamentoJeremias, JR, 16:11, Então você responderá: ´Porque os pais de vocês me abandonaram, diz o Senhor, e foram atrás de outros deuses, os serviram e os adoraram; eles me abandonaram e não guardaram a minha lei.
Por Jeremias, Antigo TestamentoAcostumar-se é se perder. A gente se acostuma a relacionamentos mornos, a conversas pela metade, a abraços sem aperto e a beijos sem presença. Se acostuma com a ausência dentro da presença. E porque não recebe afeto verdadeiro, logo aprende a não esperar muito. E, porque não espera, começa a se contentar com migalhas — e, nesse processo silencioso, desaprende a desejar o que é inteiro. A gente se acostuma a viver em apartamentos de fundos, com janelas que não dão para o horizonte. Se acostuma com a vista limitada — e, com o tempo, com o olhar limitado. E o mesmo acontece no amor: a gente se acostuma com quem não olha dentro da gente. E, quando ninguém mais vê a alma, a gente deixa de abrir as cortinas do próprio coração. E aí, se esquece do sol, do vento no rosto, do que é se sentir vivo. A gente se acostuma a acordar já cansado, a viver no automático, a não ter tempo nem para si, muito menos para o outro. O “bom dia” vira obrigação, o “te amo” vira rotina, e o toque vira cumprimento. E aí, sem perceber, nos tornamos estranhos dentro dos nossos próprios relacionamentos. Dormimos ao lado de alguém e, ainda assim, sentimos frio. A gente se acostuma a esperar o dia inteiro por uma mensagem que não vem. A ouvir, com resignação, um “hoje não dá”, “estou ocupado”, “depois a gente vê”. A sorrir por educação, mesmo quando por dentro estamos implorando para sermos notados. A nos doar por inteiro, enquanto o outro só estende a mão. Nos acostumamos a pagar o preço do silêncio, da indiferença, da ausência de reciprocidade. A lutar para manter vínculos que já não se sustentam. A carregar sozinhos a responsabilidade por dois. A estar em relações onde há cobrança demais e escuta de menos. Amor condicionado, respeito negociado. A gente se acostuma com a falta: de carinho, de presença, de parceria, de verdade. A se perder em mensagens sem alma, em promessas vazias, em jantares silenciosos. E, por medo de ficar só, acaba aceitando o pouco — sem perceber que estar mal acompanhado também é solidão. Nos acostumamos à frieza das rotinas, aos relacionamentos rasos, às palavras automáticas, às celebrações sem afeto. A gente se distrai com a correria, com os compromissos, com o mundo lá fora — e esquece que o amor, sem presença, morre sufocado. A gente se acostuma porque dói menos. Porque dá medo recomeçar. Porque é mais fácil manter o que não machuca do que buscar o que de fato preenche. Vai aceitando, em pequenas doses, uma dor aqui, uma ausência ali, uma frustração acolá. Vai sobrevivendo ao lado de quem deveria ser vida. Vai se calando. Vai desistindo. Vai sumindo. E tudo isso para não sofrer. Para preservar o que resta de nós. Para evitar mais feridas, mais decepções, mais perdas. A gente se acostuma… para tentar poupar a vida. Mas, nesse processo de adaptação, a vida escorre. O amor esfria. A alma se encolhe. E, de tanto se acostumar, a gente se perde — do outro, do mundo, e principalmente de si.
Por Vicky Forgiarini VargasAssim como o cálice verdadeiro traz a vida, um cálice falso a levará de você.
Por Indiana Jones e a Última CruzadaNaquele Dia Queria ver você aquele dia. Naquele dia chuvoso, Naquele dia ensolarado, Ou mesmo NAQUELE dia. Se eu tivesse visto, Aquele seu belo sorriso, Novamente me apaixonaria, Naquele mesmo dia. Se naquele dia, Nossos olhos se cruzassem, Meu coração pararia, E minha mente voaria. Ao menos, se aquele dia, Realmente existisse...
Por LeBlonII Crônicas, 2CR, 11:20, Depois dela, Roboão casou com Maaca, filha de Absalão, que lhe deu quatro filhos: Abias, Atai, Ziza e Selomite.
Por II Crônicas, Antigo TestamentoProvérbios, PV, 26:18, Como o louco que lança fogo, flechas e morte,
Por Provérbios, Antigo TestamentoO "eu"é uma relação que não se estabelece com qualquer coisa alheia de si, mas consigo própria. Mais e melhor do que na relação propriamente dita, ele consiste no orientar-se dessa relação para própria interioridade. O "eu" não é uma relação em si, mas sim o voltar-se sobre si própria depois de estabelecida.
Por Soren Kierkegaard