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Gemendo, a terra inteira... Por onde o sonhador passa... Fizeste-me mil maldades... Com que a sua alma se alimenta... Porque verdadeiramente sentir é tão complicado? Como o mal feito está feito... Agora a ti... Verei como degradado... Que somente a mim... Andando... Fingindo-me enganado... Sobrevivi... A tua falta de cuidados... Amigos que pensam confundir-me Eu tenho pena... Que tentam destruir-me... O mal por si, aviso, não se sustenta... De haver falhado em tudo... Como tropeçar no capacho... Que esconde as sujeiras do mundo... Erro ao acaso... Será o fado? À imagem do meu próprio desejo... Ser tolo é uma arte... Abrigar fel no peito... Até tanto que não sente... Enquanto arde... Pastoreando hei de viver... E o diabo loiro, como me chamava... Há de prevalecer... Sou eu, eu mesmo... De tudo qual resultei.... Fizeste por ti merecer... Mudei... Passei... E sem ti descobri... Que posso bem viver... Sandro Paschoal Nogueira
Por Sandro Paschoal NogueiraEspero Henry, sem saber dele, me perguntando se está bem. É duro ser quem fica.
Por A Mulher do Viajante no TempoEstamos vivos não apenas para escutar a canção, impassíveis a seus acordes, mas para participar dela – sofrendo, sorrindo e amando.
Por Eduardo SpohrQuando se trata de você, é simples: contanto que você não desista, eu também não desisto.
Por Estelle Maskame(( 020 )) SENTENÇA... Jenário de Fátima Tudo que fizermos, fazemos e faremos. As coisas de grandes e de pequenos montas. As coisas que lembramos e as que esquecemos. Haverão de cobrar-nos, pra acertar-se as contas. Não haverá de mais e nem tampouco de menos, Das nossas injúrias e das nossas afrontas, Das nossas infâmias e dos nossos venenos. ...De nada se aumenta...de nada se desconta! E diante do maior de todos os juízes, Sem que se haja erros, enganos ou deslizes, Tudo será revisto, medido e pesado. E que passou a vida, vantagem tendo em tudo, Ouvira nesta hora, bem cabisbaixo e mudo, Um duro veredicto o acusador;- Culpado! Jenário de Fátima
Por Jenário de FátimaJó, JÓ, 12:5, No pensamento de quem está seguro há desprezo pela desgraça, um empurrão para aquele cujos pés já vacilam.
Por Jó, Antigo TestamentoOs ímpios estão sujeitos a cair por si mesmos, sem serem derrubados pelas mãos de outros, pois aquele que se detém ou anda por terrenos escorregadios não precisa mais do que seu próprio peso para cair por terra.
Por Jonathan EdwardsMateus, MT, 21:34, <J>Quando chegou o tempo da colheita, o dono da vinha mandou os seus servos aos lavradores, para receber os frutos que cabiam a ele.</J>
Por Mateus, Novo Testamento