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Brasil acima de tudo, Deus acima de todos

Por Jair Bolsonaro

Jó, JÓ, 38:31, ´Será que você pode atar as correntes do Sete-estrelo ou soltar as cordas do Órion?

Por Jó, Antigo Testamento

Sonhos determinam o que você quer. Ação determina o que você conquista.

Por Aldo Novak

Marcos, MC, 12:12, E procuravam prender Jesus, porque entenderam que ele havia contado essa parábola contra eles; mas temiam o povo. Então eles o deixaram e foram embora.

Por Marcos, Novo Testamento

Eu costumava achar que eu era a pessoa mais estranha do mundo, mas aí eu pensei: tem que ter alguém como eu, que se sinta bizarra e imperfeita, da mesma maneira como eu me sinto. E eu imaginava esta pessoa, imaginava que ela também estivesse lá pensando em mim. Bom, espero que se você for essa pessoa e estiver lendo isto, saiba que sim, é verdade, estou aqui! Sou estranha como você.

Por Frida Kahlo

Arrisque sempre mais do que a maioria; sonhe sempre mais alto do que os outros.

Por Howard Schultz

⁠Nunca na minha vida senti nada tão poderoso quanto a força que havia naquela sala enquanto aquelas mulheres falavam, e comecei a acreditar que era a própria conversa que fazia isso, que talvez as vozes das mulheres em harmonia fossem como uma espécie de faísca ou como a rajada de ar quente que entra por uma janela, ondulando as cortinas, antes da chuva...

Por Kaitlyn Greenidge

Não haverá borboletas se a vida não passar por longas e silenciosas metamorfoses.

Por Rubem Alves

Apocalipse, AP, 16:19, E a grande cidade se dividiu em três partes, e caíram as cidades das nações. E Deus se lembrou da grande Babilônia para dar-lhe o cálice do vinho do furor da sua ira.

Por Apocalipse, Novo Testamento

Ruínas (...) Risos não tem, e em seu magoado gesto Transluz não sei que dor oculta aos olhos; — Dor que à face não vem, — medrosa e casta, Íntima e funda; — e dos cerrados cílios Se uma discreta muda Lágrima cai, não murcha a flor do rosto; Melancolia tácita e serena, Que os ecos não acorda em seus queixumes, Respira aquele rosto. A mão lhe estende O abatido poeta. Ei-los percorrem Com tardo passo os relembrados sítios, Ermos depois que a mão da fria morte Tantas almas colhera. Desmaiavam, nos serros do poente, As rosas do crepúsculo. “Quem és? pergunta o vate; o sol que foge No teu lânguido olhar um raio deixa; — Raio quebrado e frio; — o vento agita Tímido e frouxo as tuas longas tranças. Conhecem-te estas pedras; das ruínas Alma errante pareces condenada A contemplar teus insepultos ossos. Conhecem-te estas árvores. E eu mesmo Sinto não sei que vaga e amortecida Lembrança de teu rosto.” Desceu de todo a noite, Pelo espaço arrastando o manto escuro Que a loura Vésper nos seus ombros castos, Como um diamante, prende. Longas horas Silenciosas correram. No outro dia, Quando as vermelhas rosas do oriente Ao já próximo sol a estrada ornavam Das ruínas saíam lentamente Duas pálidas sombras: O poeta e a saudade.

Por Machado de Assis