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As pessoas relatam constantemente que tudo o que elas mais desejam da vida é, exatamente, o que normalmente elas estão esquecendo de alimentar. Desejam ser prósperas e felizes, gostariam de ter relacionamentos interpessoais duradouros, gratificantes, famílias estruturadas, ambiente de trabalho saudável; enfim, tudo de bom. No entanto, muitas vezes elas não estão contribuindo com as condições necessárias para que estas coisas aconteçam, e sendo assim, acabam sendo contraditórias.
Por Soraya Rodrigues de AragaoAtos, AT, 24:12, e que não me acharam no templo discutindo com ninguém, nem agitando o povo, fosse nas sinagogas ou na cidade;
Por Atos, Novo TestamentoO paraíso provoca angústia, porque colado às coisas boas está sempre o medo de as perder.
Por Isabel StilwellQuerido Deus, a única coisa que peço a você é que cuide dele enquanto eu não estiver por perto.
Por Avenged SevenfoldDeuteronômio, DT, 3:13, O resto de Gileade e toda a região de Basã, o reino de Ogue, dei à meia tribo de Manassés. (Toda aquela região de Argobe, todo o Basã, se chamava a terra dos refains.)
Por Deuteronômio, Antigo TestamentoMarcos, MC, 5:15, Aproximando-se de Jesus, viram o endemoniado, o que antes estava dominado pela legião, assentado, vestido, em perfeito juízo; e temeram.
Por Marcos, Novo TestamentoNas lágrimas de amor há, como na saudade, uma doce amargura, que é veneno que não mata, por vir sempre temperado com o reativo da esperança, a moça julgou dever separar da dor, que a fazia chorar amargores, a esperança que no pranto lhe adicionava a doçira, e, tendo de exprimir a doçura, Ahy cantou.
Por Joaquim Manuel de MacedoEU SEI, MAS NÃO DEVIA A gente se acostuma a acordar de manhã, sobressaltado porque está na hora, a tomar café correndo porque está atrasado. A gente se acostuma a ler o jornal no ônibus porque não pode perder tempo na viagem, a comer sanduíches porque não tem tempo para almoçar. A gente se acostuma a andar nas ruas e ver cartazes, a abrir as revistas e ver anúncios, a ligar a televisão e assistir comerciais. A gente se acostuma a lutar para ganhar dinheiro, a ganhar menos do que precisa e a pagar mais do que as coisas valem. A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não a das janelas ao redor. A gente se acostuma a não abrir de todo as cortinas, e a medida que se acostuma, esquece o sol, o ar, a amplidão. A gente se acostuma à poluição, à luz artificial de ligeiro tremor, ao choque que os olhos levam com a luz natural. A gente se acostuma às bactérias da água potável, à morte lenta dos rios, à contaminação da água do mar. A gente se acostuma à violência, e aceitando a violência, que haja número para os mortos. E, aceitando os números, aceita não haver a paz. A gente se acostuma a coisas demais para não sofrer. A gente se acostuma para não se ralar na aspereza para preservar a pele. A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que de tanto se acostumar, se perde por si mesma. A gente se acostuma, eu sei, mas não devia.
Por Marina Colasanti