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de mim, a malvada não tem pena me trocou por um da Vila Madalena de mim, a malvada não tem pena me trocou por um da Vila Madalena não faz mal domingo eu ponho a minha roupa de sair pra arranjar uma pequena que more perto daqui
Por Kiko DinucciA gramática, a mesma árida gramática, transforma-se em algo parecido a uma feitiçaria evocatória; as palavras ressuscitam revestidas de carne e osso, o substantivo, em sua majestade substancial, o adjectivo, roupa transparente que o veste e dá cor como um verniz, e o verbo, anjo do movimento que dá impulso á frase.
Por Charles BaudelaireAs grandes esperanças moram em horizontes distantes e ainda desconhecidos.
Por D. Paulo Evaristo ArnsLucas, LC, 14:32, <J>Caso contrário, estando o outro ainda longe, envia-lhe uma embaixada, pedindo condições de paz.</J>
Por Lucas, Novo Testamento