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E pra que duvidar, eu sei existe um lugar Pra poder simplesmente dizer eu te amo e vou te amar Um pouco de você, pode acreditar é demais pra mim
Por Emilio SantiagoVocê apareceu, meu coração sorriu Você se apresentou, a minha dor partiu Deu luz ao meu caminho não me deixou sozinho Provocando em mim sintomas de amor Era tão secreto no meu coração A emoção pulsou mais forte que a razão Foi quando dei por mim, estava me declarando Tentando descrever coisas do coração O tempo foi passando e a paixão firmou em mim Pra esse sentimento eu digo sim Você me abraçou quando chorei E me deu a chance de sorrir Quando eu pensei que esse tal amor não era para mim Então percebi que era só você A razão de todo meu viver Reconstruindo em mim a esperança de saber que posso ser feliz
Por Bruna KarlaEste país não pode dar certo. Aqui prostituta se apaixona, cafetão tem ciúme, traficante se vicia e pobre é de direita.
Por Tim MaiaNinguém ainda sabe se tudo apenas vive para morrer ou se morre para renascer.
Por Marguerite YourcenarApenas os perdedores acham que os sonhos são impossíveis. Para nós, os sonhos jamais são impossíveis! Quando acreditamos num sonho e lutamos por ele, este se torna realidade. Mas para isso você precisa de muita coragem.
Por Cavaleiros do ZodíacoQuem foi que meteu na sua cabeça que, só porque você é parte de uma "minoria", alguém tem de prestar atenção em qualquer coisa que você diga? (...) Se for falar, fale em nome do indivíduo que você é.
Por Italo MarsiliII Crônicas, 2CR, 7:13, Se eu fechar o céu de modo que não haja chuva, ou se ordenar aos gafanhotos que consumam a terra, ou se enviar a peste entre o meu povo,
Por II Crônicas, Antigo TestamentoTrágica meu galego não conhecia minha ira era dono do meu corpo meu espírito de porco sabia minha ginga minha pletora, minha míngua conhecia cada fresta cada trinca, cada aresta cada vinco, furo, fissura, mau humor, amargura mas da minha ira condenada ira ira da maldita ira de mulher fêmea exata ana saliente uterina, enfezada ele não sabia nada (meu galego dorme esta noite num cemitério improvisado)
Por Ana Elisa Ribeiro