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⁠Quando você encontra a si mesmo, você se depara com sentimentos que nunca pensou que tivesse.

Por Emily M. Danforth

Ria, mesmo quando você se sentir muito doente ou muito desgastado ou cansado. Sorria, mesmo quando você está tentando não chorar e as lágrimas estão esbatendo a sua visão. Cante, mesmo quando as pessoas olham para você e lhe dizem que a sua voz é ruim. Confie, mesmo quando seu coração implora que você não o faça. Rodopie, mesmo quando sua mente não consigue fazer sentido do que você vê. Brinque, mesmo quando fazem pouco de você. Beije, mesmo quando os outros estão olhando. Durma, mesmo quando você está com medo do que os sonhos podem trazer. Corra, mesmo quando parece que você não consegue correr mais. E lembre-se sempre, mesmo quando as memórias beliscam seu coração. Porque a dor de toda a sua experiência é o que faz de você a pessoa que você é agora. E sem a sua experiência - você é uma página vazia, um caderno em branco, uma letra em falta. O que faz de você corajoso é a sua vontade de viver sua vida terrível e manter sua cabeça erguida no dia seguinte. Portanto, não viva a vida com medo. Porque você é mais forte agora, depois de toda a porcaria que aconteceu, do que alguma vez foi antes.

Por Alysha Speer

I Pedro, 1PE, 3:21, O batismo, que corresponde a isso, agora também salva vocês, não sendo a remoção das impurezas do corpo, mas o apelo por uma boa consciência para com Deus, por meio da ressurreição de Jesus Cristo,

Por I Pedro, Novo Testamento

Ezequiel, EZ, 7:15, Fora está a espada; dentro, a peste e a fome. Quem está no campo morre à espada, e quem está na cidade, a fome e a peste o consomem.

Por Ezequiel, Antigo Testamento

Ezequiel, EZ, 34:28, Já não servirão de rapina aos gentios, nem serão devoradas por animais selvagens. Viverão em segurança, e não haverá quem as espante.

Por Ezequiel, Antigo Testamento

Os problemas das pessoas estão tão enraizados em padrões de pensamento que, na realidade, produzem os problemas que elas experimentam na vida diária.

Por Joyce Meyer

Quem tem um porquê de viver, quase sempre encontrará o como.

Por Friedrich Nietzsche

⁠O importante são as informações, não o que pensamos delas.

Por Elena Favilli

Para além da orelha existe um som, à extremidade do olhar um aspecto, às pontas dos dedos um objeto – é para lá que eu vou. À ponta do lápis o traço. Onde expira um pensamento está uma ideia, ao derradeiro hálito de alegria uma outra alegria, à ponta da espada a magia – é para lá que eu vou. Na ponta dos pés o salto. Parece a história de alguém que foi e não voltou – é para lá que eu vou. Ou não vou? Vou, sim. E volto para ver como estão as coisas. Se continuam mágicas. Realidade? eu vos espero. É para lá que eu vou. Na ponta da palavra está a palavra. Quero usar a palavra “tertúlia” e não sei aonde e quando. À beira da tertúlia está a família. À beira da família estou eu. À beira de eu estou mim. É para mim que vou. E de mim saio para ver. Ver o quê? ver o que existe. Depois de morta é para a realidade que vou. Por enquanto é sonho. Sonho fatídico. Mas depois – depois tudo é real. E a alma livre procura um canto para se acomodar. Mim é um eu que anuncio. Não sei sobre o que estou falando. Estou falando do nada. Eu sou nada. Depois de morta engrandecerei e me espalharei, e alguém dirá com amor meu nome. É para o meu pobre nome que vou. E de lá volto para chamar o nome do ser amado e dos filhos. Eles me responderão. Enfim terei uma resposta. Que resposta? a do amor. Amor: eu vos amo tanto. Eu amo o amor. O amor é vermelho. O ciúme é verde. Meus olhos são verdes. Mas são verdes tão escuros que na fotografia saem negros. Meu segredo é ter os olhos verdes e ninguém saber. À extremidade de mim estou eu. Eu, implorante, eu a que necessita, a que pede, a que chora, a que se lamenta. Mas a que canta. A que diz palavras. Palavras ao vento? que importa, os ventos as trazem de novo e eu as possuo. Eu à beira do vento. O morro dos ventos uivantes me chama. Vou, bruxa que sou. E me transmuto. Oh, cachorro, cadê tua alma? está à beira de teu corpo? Eu estou à beira de meu corpo. E feneço lentamente. Que estou eu a dizer? Estou dizendo amor. E à beira do amor estamos nós.

Por Clarice Lispector

O dinheiro é o nosso abrigo, a única maneira de termos acesso à vida. Mas, ao mesmo tempo, se você quer dinheiro, precisa renunciar à vida.

Por Franco Berardi