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Êxodo, EX, 29:43, Ali virei aos filhos de Israel, para que, por minha glória, sejam santificados,

Por Êxodo, Antigo Testamento

Que dias mais sombrios e sinistros, aqueles em que minhas esperanças dependiam da existência de um monstro.

Por Kiersten White

Calma, não se apavore, Se eu sou seu carma, então você tem sorte É só me seguir que eu dito seu norte

Por Douglas e Vinicius

Tudo o que vivemos, as coisas boas e as ruins, tem um significado, mesmo quando não conseguimos entender imediatamente qual é. Tudo acontece para que nós possamos aprender e evoluir.

Por Gisele Bündchen

Endgame é o enigma da vida, a razão para a morte. Abrange a origem de todas as coisas e a solução para o fim de todas as coisas.

Por Endgame

Jeremias, JR, 44:2, - Assim diz o Senhor dos Exércitos, Deus de Israel: ´Vocês viram todo o mal que fiz cair sobre Jerusalém e sobre todas as cidades de Judá. Eis que hoje elas estão em ruínas, e ninguém mora nelas,

Por Jeremias, Antigo Testamento

Isaías, IS, 55:6, Busquem o Senhor enquanto ele pode ser encontrado; invoquem-no enquanto ele está perto.

Por Isaías, Antigo Testamento

Atos, AT, 17:20, Pois você nos traz aos ouvidos coisas estranhas e queremos saber o que vem a ser isso.

Por Atos, Novo Testamento

Lucas, LC, 17:22, A seguir, Jesus disse aos seus discípulos: <J> - Virá o tempo em que vocês desejarão ver um dos dias do Filho do Homem, mas não verão.</J>

Por Lucas, Novo Testamento

Amor é enigma? Optar é renunciar. Entregar-se, por exemplo, a um amor é abandonar outros. E, do que se renuncia e abandona, pode provir, depois arrependimento. Afastar-se de um amor, ainda que, opção feita por lúcidas razões, pode gerar, adiante, a frustração pelo que se deixou de viver. Os casos de amor vivem rondados por frustração ou arrependimento. Não o amor, que é íntegro, irrefutável, cristalino e indubitável: mas os amantes seus portadores. Quase sempre o tamanho do amor é maior que o dos amantes. O que cerca as pessoas que se amam é sempre uma teia de limitações que o leva à disjuntiva: frustração ou arrependimento. Ou quem ama se entrega ao sentimento e se atira nos braços do outro para, depois, se arrepender do que abandonou para entregar-se ao amor, ou se afasta, cheio de lucidez, para, adiante, sentir frustração pelo que deixou de viver. Estes estão na categoria assim definida de modo cruel mas lúcido por Goethe: "no amor, ganha quem foge...Ou como disse o grande Orizon Carneiro Muniz: "no amor, é mais forte quem cede". Na juventude tudo isso fica confuso porque esta é uma etapa da vida envolta em uma névoa amorosa que a torna radical na busca da felicidade. O jovem ainda não se defrontou com as terríveis e dilacerantes divisões internas de que é feita a tarefa de viver e amar, aceitando as próprias limitações, confusões, os caminhos paralelos e contraditórios das escolhas, dentro de um todo que, para se harmonizar, precisa viver as divisões, os sofrimentos e os açoites das mentiras e enganos que conduzem as nossas verdades mais profundas. Séculos de repressão do corpo e de identificação do prazer com o pecado ou o proibido fizeram uma espécie de cárie na alma. É um buraco, um vazio, uma impossibilidade viver o que se quer, uma certeza antecipada de que o amor verdadeiro gera ou arrependimento ou frustração. Viver implica, pois, aceitar essa dolorosa e desafiante tarefa: a de enfrentar o amor como a maior das maravilhas e que se nos apresenta sob a forma de enigma. Tudo o que se move dentro do amor está carregado de enigmas. E com o enigma dá-se o seguinte: enfrentá-lo não é resolvê-lo. Mas quando não se o enfrenta, ele (enigma) nos devora. Enfrentar o enigma mesmo sem o deslindar, é aquecer e encantar a vida, é aprender a viver; é amadurecer. Exige trabalho interior penoso, grandeza, equilíbrio e auto-conhecimento. O contrário não é viver: é durar.

Por Artur da Távola