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Eu sei que serei o primeiro de nós a morrer Alguém apague a luz

Por Allen Halloween

⁠Eu conheço meu coração. Ele sempre foi seu, Kate. Sempre.

Por Julianne Donaldson

Se você quiser, eu peço um japa pra nós dois Ou faço um feijão com arroz Não importa o que vai ter na mesa Se o amor é sobremesa

Por Ferrugem

PRA ALÉM DO CERRADO Para além do barranco do cerrado Talvez só a estrada, ou um castelo Talvez nada além dum olhar singelo Porém, pouco importa, vou levado Enquanto vou, aos devaneios velo E os gestos postos no chão arado Lavro cada sentimento denodado Não sei e nem pergunto, só prelo De que adianta querer qual lado Se o fado é tão diverso no paralelo E as curvas reveis no discordado E para aquilo que não vejo, o belo Sorriso, a mão do amor, ofertado Assim, refreio passada com flagelo Luciano Spagnol Poeta do cerrado Março de 2017 Cerrado goiano

Por Poeta do cerrado LUCIANO SPAGNOL

Não importa a severidade da doença, há sempre uma forma de detê-la.

Por Kingdom (série)

⁠A rocha se quebrou, o navio esvaziou Buscando entender o que fez você ir embora

Por Carvel

Meus demônios me dominam e não sei o que fazer.

Por Imagine Dragons

As vezes agradecer parece pequeno perto do que algumas pessoas fazem pra você, mas saiba que mesmo pequeno a sinceridade e a profundidade ⁠são imensuráveis.

Por F.M.M

Salmos, SL, 109:7, Quando o julgarem, que ele seja condenado; e que a oração dele seja tida como pecado.

Por Salmos, Antigo Testamento

Quando a bondade se mostra abertamente já não é bondade, embora possa ainda ser útil como caridade organizada ou como ato de solidariedade. Daí: «Não dês tuas esmolas perante os homens, para seres visto por eles». A bondade só pode existir quando não é percebida, nem mesmo por aquele que a faz; quem quer que se veja a si mesmo no ato de fazer uma boa obra deixa de ser bom; será, no máximo, um membro útil da sociedade ou zeloso membro da Igreja. Daí: «Que a tua mão esquerda não saiba o que faz a tua mão direita». (...) O amor à sabedoria e o amor à bondade, que se resolvem nas atividades de filosofar e de praticar boas ações, têm em comum o fato de que cessam imediatamente – cancelam-se, por assim dizer – sempre que se presume que o homem pode ser sábio ou ser bom. Sempre houve tentativas de dar vida ao que jamais pode sobreviver ao momento fugaz do próprio ato, e todas elas sempre levaram ao absurdo.

Por Hannah Arendt