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Josué, JS, 6:19, Porém toda prata, ouro e utensílios de bronze e de ferro são consagrados ao Senhor; irão para o seu tesouro.
Por Josué, Antigo TestamentoSam: Então a praga é transmissível? Dean: É uma DST mágica. Rapaz, pensando nisso dá até saudade do bom e velho herpes.
Por Dean WinchesterAtos, AT, 27:26, Porém é necessário que sejamos arrastados para alguma ilha.
Por Atos, Novo TestamentoHebreus, HB, 11:39, Todos estes, mesmo tendo obtido bom testemunho por meio da fé, não obtiveram a concretização da promessa,
Por Hebreus, Novo TestamentoNão existe uma boa ligação às 7 horas da manhã. Na minha experiência, todas as ligações entre 23h e 9h são desastres.
Por Janet EvanovichÊxodo, EX, 7:15, Vá falar com Faraó pela manhã. Ele sairá às águas e você estará à espera dele na beira do rio. Leve o bordão que virou serpente
Por Êxodo, Antigo Testamento“Visto que a autoridade sempre exige obediência, ela é comumente confundida com alguma forma de poder ou violência. Contudo, a autoridade exclui a utilização de meios externos de coerção; onde a força é usada, a autoridade em si mesma fracassou. A autoridade, por outro lado, é incompatível com a persuasão, a qual pressupõe igualdade e opera mediante um processo de argumentação. Onde se utilizam argumentos, a autoridade é colocada em suspenso. Contra a ordem igualitária da persuasão ergue-se a ordem autoritária, que é sempre hierárquica. Se a autoridade deve ser definida de alguma forma, deve sê-lo, então, tanto em contraposição à coerção pela força como à persuasão através de argumentos. (...) A autoridade implica uma obediência na qual os homens retêm sua liberdade”. (Entre o passado e o futuro)
Por Hannah ArendtSe quiserdes saber por que isto acontece, digo-vos que o motivo é que tudo me desagrada, detesto o vulgo, a multidão não me contenta. Somente uma coisa me fascina: aquela em virtude da qual me sinto livre na sujeição, contente no sofrimento, rico na indigência e vivo na morte. Aquela em virtude da qual não invejo os que são servos na liberdade, sofrem no prazer, são pobres nas riquezas e mortos em vida, porque trazem no próprio corpo os grilhões que os prendem, no espírito o inferno que os oprime, na alma o erro que os debilita, na mente o letargo que os mata. Não há, por isso, magnanimidade que os liberte nem longanimidade que os eleve, nem esplendor que os abrilhante, nem ciência que os avive.
Por Giordano Brunoele perguntou-me: em que medida é que isso te marcou? eu perguntei-lhe: como se mede uma raiz?
Por André Tecedeiro