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Ezequiel, EZ, 17:2, - Filho do homem, proponha um enigma e apresente uma parábola à casa de Israel.

Por Ezequiel, Antigo Testamento

⁠Quem tem fome, tem pressa!

Por Betinho

Para os que não conseguem governar a própria casa nem os povos, uma boa desculpa é dizer que estes são ingovernáveis.

Por Jacinto Benavente y Martinez

Cântico dos Cânticos, CT, 8:3, A sua mão esquerda estaria debaixo da minha cabeça, e a sua direita me abraçaria.

Por Cântico dos Cânticos, Antigo Testamento

O carinho é responsável por nove-décimos de qualquer felicidade sólida e durável existente em nossas vidas.

Por C. S. Lewis

Quando alguém despedaçar seu coração, a melhor coisa a fazer é juntar as peças e tentar montar outro melhor.

Por alexandre morais

Josué, JS, 1:10, Então Josué deu ordens aos chefes do povo, dizendo:

Por Josué, Antigo Testamento

Era uma vez um menino que amava demais. Amava tanto, mas tanto, que o amor nem cabia dentro dele. Saía pelos olhos, brilhando, pela boca, cantando, pelas pernas, tremendo, pelas mãos, suando. (Só pelo umbigo é que não saía: o nó ali é tão bem dado que nunca houve um só que tenha soltado). O menino sabia que o único jeito de resolver a questão era dando o amor à menina que amava. Mas como saber o que ela achava dele? Na classe, tinha mais quinze meninos. Na escola, trezentos. No mundo, vai saber, uns dois bilhões? Como é que ia acontecer de a menina se apaixonar justo por ele, que tinha se apaixonado por ela? O menino tentou trancar o amor numa mala, mas não tinha como: nem sentando em cima o zíper fechava. Resolveu então congelar, mas era tão quente, o amor, que fundiu o freezer, queimou a tomada, derrubou a energia do prédio, do quarteirão e logo o menino saiu andando pela cidade escura -- só ele brilhando nas ruas, deixando pegadas de Star Fix por onde pisava. O que é que eu faço? -- perguntou ao prefeito, ao amigo, ao doutor e a um pessoalzinho que passava a vida sentado em frente ao posto de gasolina. Fala pra ela! -- diziam todos, sem pensar duas vezes, mas ele não tinha coragem. E se ela não o amasse? E se não aceitasse todo o amor que ele tinha pra dar? Ele ia murchar que nem uva passa, explodir como bexiga e chorar até 31 de dezembro de 2978. Tomou então a decisão: iria atirar seu amor ao mar. Um polvo que se agarrasse a ele -- se tem oito braços para os abraços, por que não quatro corações, para as suas paixões? Ele é que não dava conta, era só um menino, com apenas duas mãos e o maior sentimento do mundo. Foi até a beira da praia e, sem pensar duas vezes, jogou. O que o menino não sabia era que seu amor era maior do que o mar. E o amor do menino fez o oceano evaporar. Ele chorou, chorou e chorou, pela morte do mar e de seu grande amor. Até que sentiu uma gota na ponta do nariz. Depois outra, na orelha e mais outra, no dedão do pé. Era o mar, misturado ao amor do menino, que chovia do Saara à Belém, de Meca à Jerusalém. Choveu tanto que acabou molhando a menina que o menino amava. E assim que a água tocou sua língua, ela saiu correndo para a praia, pois já fazia meses que sentia o mesmo gosto, o gosto de um amor tão grande, mas tão grande, que já nem cabia dentro dela.

Por Antonio Prata

⁠Noite pra ficar Na voz Sempre pra lembrar De nós Pôr do sol em Salvador Clareando amanhãs Noutro lugar

Por Arthur Nogueira (cantor)

Jeremias, JR, 26:15, Saibam, porém, com certeza que, se me matarem, trarão sangue inocente sobre vocês, sobre esta cidade e sobre os seus moradores; porque, na verdade, o Senhor me enviou a vocês, para anunciar-lhes estas palavras.

Por Jeremias, Antigo Testamento