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Estudar filosofia é estar preparado para ser devorado por leões, ainda que mais adiante seja possível contar com o auxílio das hienas
Por Randerson FigueiredoQuando eu quero eu vou atrás Assim que é! Não sou capacho! Falo grosso, cabra macho Honro a minha palavra e tô pronto pro que vier!
Por Costa GoldA resposta certa, não importa nada: o essencial é que as perguntas estejam certas.
Por Mario QuintanaNão há mais luto, nem grito, nem morte, a dor não tem voz onde habita o Forte. O que estava ferido, agora é curado, e o choro que foi, será recompensado. • Apocalipse 21:4 — “E Deus limpará de seus olhos toda lágrima; e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor…”
Por MiriamlealSe um dia trouxe discos para tocar E chamar esse peito de lar Hoje, ela aí Não quer mais morar
Por BetinaCanção do Tamoio I Não chores, meu filho; Não chores, que a vida É luta renhida: Viver é lutar. A vida é combate, Que os fracos abate, Que os fortes, os bravos Só pode exaltar. II Um dia vivemos! E o homem que é forte Não teme da morte; Só teme fugir; No arco que entesa Tem certa uma presa, Quer seja tapuia, Condor ou tapir. III O forte, o cobarde Seus feitos inveja De o ver na peleja Garboso e feroz; E os tímidos velhos Nos graves concelhos, Curvadas as frontes, Escutam-lhe a voz! IV Domina, se vive; Se morre, descansa Dos seus na lembrança, Na voz do porvir. Não cures da vida! Sê bravo, sê forte! Não fujas da morte, Que a morte há de vir! V E pois que és meu filho, Meus brios reveste; Tamoio nasceste, Valente serás. Sê duro guerreiro, Robusto, fragueiro, Brasão dos tamoios Na guerra e na paz. VI Teu grito de guerra Retumbe aos ouvidos D'imigos transidos Por vil comoção; E tremam d'ouvi-lo Pior que o sibilo Das setas ligeiras, Pior que o trovão. VII E a mãe nessas tabas, Querendo calados Os filhos criados Na lei do terror; Teu nome lhes diga, Que a gente inimiga Talvez não escute Sem pranto, sem dor! VIII Porém se a fortuna, Traindo teus passos, Te arroja nos laços Do inimigo falaz! Na última hora Teus feitos memora, Tranqüilo nos gestos, Impávido, audaz. IX E cai como o tronco Do raio tocado, Partido, rojado Por larga extensão; Assim morre o forte! No passo da morte Triunfa, conquista Mais alto brasão. X As armas ensaia, Penetra na vida: Pesada ou querida, Viver é lutar. Se o duro combate Os fracos abate, Aos fortes, aos bravos, Só pode exaltar.
Por Gonçalves DiasSó o respeito pela liberdade de cada um pode garantir a sobrevivência da humanidade.
Por Pedro Bandeira