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Um uivo, um grito, metade de horror, metade de triunfo, como somente poderia ter saído do inferno, da garganta dos condenados, em sua agonia, e dos demônios exultantes com sua condenação,
Por Edgar Allan PoeSabe quando você acha que conhece alguém? Mais do que qualquer um no mundo? Você sabe que entende a pessoa, porque a enxerga de verdade. E então você tenta se aproximar, e ela... desaparece. Você achava que pertenciam uma à outra. Achava que ela era sua, mas não é. Você quer protegê-la, mas não pode.
Por Cartas de amor aos mortosDeuteronômio, DT, 11:1, - Amem o Senhor, o Deus de vocês, e sempre guardem os seus preceitos, os seus estatutos, os seus juízos e os seus mandamentos.
Por Deuteronômio, Antigo TestamentoA NOITE Oh! jornada negra! O silêncio debruçado Lá fora... um raio rasgando o céu, espia A minha alma, teimosa, cheia de porfia Fria, chuva que cai, molhando o cerrado No horizonte desfalece a luz do fim do dia No céu tenebrosa, a lua, e o quarto calado E só, trevoso e largo, o trovão estardalhado Troando a solidão da chuvosa noite vazia Devassa... oh! jornada escura de loucura Que estardalhaça no peito suspiro fundo E excarcera o medo sem qualquer ternura Pobre umbroso de arrelia, e moribundo O sono, pávido e prostrado de amargura A noite, chuvosa, faz-se lento o segundo. © Luciano Spagnol poeta do cerrado 2018, 25 de outubro Cerrado goiano Olavobilaquiando
Por Luciano Spagnol (poeta do cerrado)Apocalipse, AP, 16:7, Ouvi uma voz do altar, que dizia: ´Certamente, ó Senhor Deus, Todo-Poderoso, verdadeiros e justos são os teus juízos.` O quarto flagelo
Por Apocalipse, Novo TestamentoDeuteronômio, DT, 32:26, Eu disse que os espalharia por todos os cantos e que faria cessar a sua memória dentre os homens,
Por Deuteronômio, Antigo TestamentoNinguém pode colocar uma corrente sobre o tornozelo de seus semelhantes sem finalmente encontrar a outra extremidade presa em seu próprio pescoço.
Por Frederick DouglassA mãe de Miranda lhe ensinara que, embora os olhos fossem importantes, a música era a verdadeira janela para a alma de alguém.
Por Gwenda Bond