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I Coríntios, 1CO, 7:23, Vocês foram comprados por preço; não se tornem escravos de homens.

Por I Coríntios, Novo Testamento

Provérbios, PV, 15:32, Quem rejeita a disciplina despreza a si mesmo, mas o que aceita a repreensão adquire entendimento.

Por Provérbios, Antigo Testamento

⁠Eu escrevo porque quero mais do que uma vida.

Por Anne Tyler

Êxodo, EX, 28:11, Conforme a obra de um lapidador, quando faz um sinete, você gravará os nomes dos filhos de Israel nas duas pedras, colocando engastes de ouro ao redor delas.

Por Êxodo, Antigo Testamento

⁠Só deixa eu te falar: o meu contato ela nunca bloqueou. E a melhor amiga dela me contou que o amor dela por você tá em fase de teste, já o meu, ela só tenta e não esquece.

Por Gustavo Moura e Rafael

Êxodo, EX, 28:27, Faça também duas argolas de ouro e coloque-as nas duas ombreiras da estola sacerdotal, abaixo, na frente dele, perto da sua juntura, sobre o cinto de obra esmerada da estola sacerdotal.

Por Êxodo, Antigo Testamento

O propósito da educação não é validar a ignorância, mas superá-la.

Por Lawrence Krauss

⁠O inferno não tem escolha. É ter que fazer uma escolha entre coisas horríveis.

Por Don Winslow

⁠DEIXE ESTAR Se eu pudesse cambiar-te, se eu pudesse Extrair-te de vez do meu repetitivo poetar E a saudade de ter-te desapego eu tivesse No esquecimento, pudesse, ali, te largar... Ah se pudesse! ... se essa paz a mim viesse Em canto ou em prece, me traga este lugar Ao meu tormento, piedade, que seja benesse Deste perdido amor, encantamento, se calar! E, se a poesia insistir neste sofrimento meu Do amor que eu senti um dia, e que foi seu Silêncio. Permita ao amor, se quiser, chorar! E olha, esqueça tudo por qualquer segundo Tudo passa, mas doí tanto, e é bem profundo Mas se é perdido, não esquecido, deixa estar! © Luciano Spagnol – poeta do cerrado 26, agosto, 2021, 11’03’ - Araguari, MG

Por Poeta do cerrado LUCIANO SPAGNOL

As revoluções duram semanas, anos; depois, durante dezenas e centenas de anos, adora-se, como algo de sagrado, esse espírito de mediocridade que as suscitou.

Por Boris Pasternak