Veja outros textos inspiradores!

Faça sempre o certo quando o souber. Faça o errado quando não souber que o é, mas não deixe de viver e buscar o seu caminho.

Por Mauricio C. Cantelli

Romanos, RM, 8:15, Porque vocês não receberam um espírito de escravidão, para viverem outra vez atemorizados, mas receberam o Espírito de adoção, por meio do qual clamamos: ´Aba, Pai.`

Por Romanos, Novo Testamento

Esdras, ED, 3:12, Porém muitos dos sacerdotes, levitas e chefes de famílias, já idosos, que tinham visto o primeiro templo, choraram em alta voz quando, diante de seus olhos, foram lançados os alicerces deste templo; muitos, no entanto, levantaram as vozes com gritos de alegria.

Por Esdras, Antigo Testamento

⁠Viva em paz, procure paz nas coisas do senhor, seja um seguidor das coisas de Deus, pratique a caridade, ame o seu próximo, ajude quem precisa, esteja sempre em comunhão, este é um dos segredos para se sentir a presença de Deus. Slalom e paz. Lailison Douglas.

Por Lailison Douglas

Na verdade "nada" é uma palavra esperando tradução...

Por Humberto Gessinger

Lucas, LC, 19:4, Então, correndo adiante, subiu num sicômoro a fim de ver Jesus, porque ele havia de passar por ali.

Por Lucas, Novo Testamento

⁠Meu deus, o que é aquilo ali? Produção? Eu vejo a luz.

Por Gil do Vigor

Se se morre de amor Se se morre de amor! – Não, não se morre, Quando é fascinação que nos surpreende De ruidoso sarau entre os festejos; Quando luzes, calor, orquestra e flores Assomos de prazer nos raiam n’alma, Que embelezada e solta em tal ambiente No que ouve e no que vê prazer alcança! Simpáticas feições, cintura breve, Graciosa postura, porte airoso, Uma fita, uma flor entre os cabelos, Um quê mal definido, acaso podem Num engano d’amor arrebentar-nos. Mas isso amor não é; isso é delírio Devaneio, ilusão, que se esvaece Ao som final da orquestra, ao derradeiro Clarão, que as luzes ao morrer despedem: Se outro nome lhe dão, se amor o chamam, D’amor igual ninguém sucumbe à perda. Amor é vida; é ter constantemente Alma, sentidos, coração – abertos Ao grande, ao belo, é ser capaz d’extremos, D’altas virtudes, té capaz de crimes! Compreender o infinito, a imensidade E a natureza e Deus; gostar dos campos, D’aves, flores,murmúrios solitários; Buscar tristeza, a soledade, o ermo, E ter o coração em riso e festa; E à branda festa, ao riso da nossa alma fontes de pranto intercalar sem custo; Conhecer o prazer e a desventura No mesmo tempo, e ser no mesmo ponto O ditoso, o misérrimo dos entes; Isso é amor, e desse amor se morre! Amar, é não saber, não ter coragem Pra dizer que o amor que em nós sentimos; Temer qu’olhos profanos nos devassem O templo onde a melhor porção da vida Se concentra; onde avaros recatamos Essa fonte de amor, esses tesouros Inesgotáveis d’lusões floridas; Sentir, sem que se veja, a quem se adora, Compreender, sem lhe ouvir, seus pensamentos, Segui-la, sem poder fitar seus olhos, Amá-la, sem ousar dizer que amamos, E, temendo roçar os seus vestidos, Arder por afogá-la em mil abraços: Isso é amor, e desse amor se morre!

Por Gonçalves Dias

O amor não pode ser explicado, mas explica tudo.

Por Elif Safak

Salmos, SL, 109:22, Porque sou pobre e necessitado e, dentro de mim, sinto ferido o coração.

Por Salmos, Antigo Testamento