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Soneto à tua volta Voltaste, meu amor... enfim voltaste! Como fez frio aqui sem teu carinho.... A flor de outrora refloresce na haste que pendia sem vida em meu caminho. Obrigado... Eu vivia tão sozinho... Que infinita alegria, e que contraste! -Volta a antiga embriaguez porque voltaste e é doce o amor, porque é mais velho o vinho! Voltaste... E dou-te logo este poema simples e humilde repetindo um tema da alma humana esgotada e envelhecida... Mil poetas outras voltas celebraram, mas, que importa? – se tantas já voltaram só tu voltaste para a minha vida... (Do livro "Eterno Motivo" " - Prêmio Raul de Leoni, da Academia Carioca de Letras - 1943)
Por J. G. de Araújo JorgeJeremias, JR, 46:4, Ponham arreios nos cavalos e montem, cavaleiros! Tomem posição e ponham os capacetes! Afiem as lanças e vistam as armaduras!`
Por Jeremias, Antigo TestamentoA relação dos que dizem que são artistas e dos que ganham a vida assim deve ser incrivelmente desproporcional.
Por À Segunda Vista (filme)A única coisa significativa que podemos oferecer uns aos outros é o amor. Não são conselhos, perguntas sobre nossas escolhas nem sugestões para o futuro, apenas amor.
Por Glennon DoyleAOS MEUS AMIGOS Os deuses ainda vos dão Dias e noites de alegria, E amáveis moças vos estão A examinar com simpatia. Folgai, cantai, ficai a fruir A noite, amigos, passageira, E a vosso prazer sem canseira Hei-de, entre lágrimas, sorrir.
Por Alexander PushkinÉ bom quando nossa consciência sofre grandes ferimentos, pois isso a torna mais sensível a cada estímulo. Penso que devemos ler apenas livros que nos ferem, que nos afligem. Se o livro que estamos lendo não nos desperta como um soco no crânio, por que perder tempo lendo-o? Para que ele nos torne felizes, como você diz? Oh Deus, nós seríamos felizes do mesmo modo se esses livros não existissem. Livros que nos fazem felizes poderíamos escrever nós mesmos num piscar de olhos. Precisamos de livros que nos atinjam como a mais dolorosa desventura, que nos assolem profundamente – como a morte de alguém que amávamos mais do que a nós mesmos –, que nos façam sentir que fomos banidos para o ermo, para longe de qualquer presença humana – como um suicídio. Um livro deve ser um machado para o mar congelado que há dentro de nós.
Por Franz Kafka