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A matéria da arte não é o belo ou o nobre, tudo é matéria de arte: tudo o que é vivo: somente o que é morto está fora da arte.
Por Francesco SanctisI João, 1JO, 1:9, Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça.
Por I João, Novo TestamentoEu fico pensando… se a vida de uma pessoa for mudada pelo que estou passando, tudo terá valido a pena.
Por Enquanto Estivermos Juntos (filme)Lucas, LC, 17:6, Ao que o Senhor respondeu: <J> - Se vocês tivessem fé como um grão de mostarda, diriam a esta amoreira: ´Arranque-se e transplante-se no mar.` E ela obedeceria.</J>
Por Lucas, Novo TestamentoDeixe a disciplina moldar seu espírito e mente. Você e sua espada devem se tornar um só.
Por A Princesa da Yakuza (filme)Pensamentos valem e vivem pela observação exata ou nova, pela reflexão aguda ou profunda; não menos querem a originalidade, a simplicidade e a graça do dizer.
Por Machado de AssisMateus, MT, 5:13, <J> - Vocês são o sal da terra; ora, se o sal vier a ser insípido, como lhe restaurar o sabor? Para nada mais presta senão para, lançado fora, ser pisado pelos homens.</J>
Por Mateus, Novo TestamentoÓ meu Deus, quanto lastimo não ter compreendido nada da vida, e ter tentado compreender coisas que é inútil querer compreender.
Por Alexis CarrelPOEMA EM LINHA RETA Nunca conheci quem tivesse levado porrada. Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo. E eu, tantas vezes reles, tantas vezes porco, tantas vezes vil, Eu tantas vezes irrespondivelmente parasita, Indesculpavelmente sujo, Eu, que tantas vezes não tenho tido paciência para tomar banho, Eu, que tantas vezes tenho sido ridículo, absurdo, Que tenho enrolado os pés publicamente nos tapetes das etiquetas, Que tenho sido grotesco, mesquinho, submisso e arrogante, Que tenho sofrido enxovalhos e calado, Que quando não tenho calado, tenho sido mais ridículo ainda; Eu, que tenho sido cômico às criadas de hotel, Eu, que tenho sentido o piscar de olhos dos moços de fretes, Eu, que tenho feito vergonhas financeiras, pedido emprestado sem pagar, Eu, que, quando a hora do soco surgiu, me tenho agachado Para fora da possibilidade do soco; Eu, que tenho sofrido a angústia das pequenas coisas ridículas, Eu verifico que não tenho par nisto tudo neste mundo. Toda a gente que eu conheço e que fala comigo Nunca teve um ato ridículo, nunca sofreu enxovalho, Nunca foi senão príncipe - todos eles príncipes - na vida... Quem me dera ouvir de alguém a voz humana Que confessasse não um pecado, mas uma infâmia; Que contasse, não uma violência, mas uma cobardia! Não, são todos o Ideal, se os oiço e me falam. Quem há neste largo mundo que me confesse que uma vez foi vil? Ó príncipes, meus irmãos, Arre, estou farto de semideuses! Onde é que há gente no mundo? Então sou só eu que é vil e errôneo nesta terra? Poderão as mulheres não os terem amado, Podem ter sido traídos - mas ridículos nunca! E eu, que tenho sido ridículo sem ter sido traído, Como posso eu falar com os meus superiores sem titubear? Eu, que venho sido vil, literalmente vil, Vil no sentido mesquinho e infame da vileza.
Por Fernando Pessoa