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Aceite as crianças da maneira como aceitamos as árvores - com gratidão, porque elas são uma bênção - mas sem expectativas ou desejos. Você não espera que as árvores mudem, você as ama como elas são.

Por Isabel Allende

O mau por si se destrói, porque a LUZ vence as trevas.

Por Iolanda Brazão

⁠Todo adeus é apenas um recomeço..

Por Daniel Defoe

Qualquer tecnologia suficientemente avançada é indistinta de magia.

Por Arthur C. Clarke

Uma coisa eu sei com certeza: não faça como eu. Faça como você.

Por Homem-Aranha no Aranhaverso

Jeremias, JR, 25:37, Porque as pastagens tranquilas serão devastadas, por causa do furor da ira do Senhor.

Por Jeremias, Antigo Testamento

Lucas, LC, 6:12, Naqueles dias, Jesus se retirou para o monte, a fim de orar, e passou a noite orando a Deus.

Por Lucas, Novo Testamento

Seu corpo é uma estrada proibida Cheio de tesouro, me deixa envolvida Seu olhar de detento é um perigo Me deixa querendo, me põe de castigo

Por Cleo Pires

Esta é uma confissão de amor: amo a língua portuguesa. Ela não é fácil. Não é maleável. E, como não foi profundamente trabalhada pelo pensamento, a sua tendência é a de não ter sutilezas e de reagir às vezes com um verdadeiro pontapé contra os que temerariamente ousam transformá-la numa linguagem de sentimento e de alerteza. E de amor. A língua portuguesa é um verdadeiro desafio para quem escreve. Sobretudo para quem escreve tirando das coisas e das pessoas a primeira capa de superficialismo. Às vezes ela reage diante de um pensamento mais complicado. Às vezes se assusta com o imprevisível de uma frase. Eu gosto de manejá-la – como gostava de estar montada num cavalo e guiá-lo pelas rédeas, às vezes lentamente, às vezes a galope. Eu queria que a língua portuguesa chegasse ao máximo nas minhas mãos. E este desejo todos os que escrevem têm. Um Camões e outros iguais não bastaram para nos dar para sempre uma herança de língua já feita. Todos nós que escrevemos estamos fazendo do túmulo do pensamento alguma coisa que lhe dê vida. Essas dificuldades, nós as temos. Mas não falei do encantamento de lidar com uma língua que não foi aprofundada. O que recebi de herança não me chega. Se eu fosse muda, e também não pudesse escrever, e me perguntassem a que língua eu queria pertencer, eu diria: inglês, que é preciso e belo. Mas como não nasci muda e pude escrever, tornou-se absolutamente claro para mim que eu queria mesmo era escrever em português. Eu até queda não ter aprendido outras línguas: só para que a minha abordagem do português fosse virgem e límpida.

Por Clarice Lispector

Tem gente mesmo quando elevam ao seu apogeu... Deixam vida dentro da gente... Porque foram feitos de luz... Espíritos de energias boas que deixam vazio... Um espaço enorme que não podemos substituir! E mesmo com os coraçõeszinhos dilacerados pela dor da perda, ainda conseguem fazer um sorriso no nosso rosto com lembranças lindas deixadas em nossa vida..

Por Sol Cintilante a Bruxa