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Talvez a lição mais importante que aprendi é a abraçar os pequenos prazeres e transformá-los em memórias duradouras.
Por Elizabeth ChadwickAlgumas promessas na vida parecem ser auspiciosas, enquanto outras parecem ser apenas o canto da sereia.
Por Gordon B. HinckleyUma pessoa só poderá agir na medida em que aprender a conhecer o contexto do qual faz parte, a saber quais são suas origens e as condições de que depende.
Por Émile DurkheimLucas, LC, 12:44, <J>Em verdade lhes digo que lhe confiará todos os seus bens.</J>
Por Lucas, Novo TestamentoEu só queria desejar boa sorte Fingir que eu sou forte Mas meu ponto fraco é desejar você
Por Kevi JonnyPessoas choram não porque são fracas. É porque elas vem sendo fortes por muito TEMPO.
Por Dean WinchesterJó, JÓ, 41:14, Quem abriria as portas de sua boca? Pois em roda dos seus dentes está o terror.
Por Jó, Antigo TestamentoO arranco da morte Pesa-me a vida já. Força de bronze Os desmaiados braços me pendura. Ah! já não pode o espírito cansado Sustentar a matéria. Eu morro, eu morro. A matutina brisa Já não me arranca um riso. A rósea tarde Já não me doura as descoradas faces Que gélidas se encovam. O noturno crepúsculo caindo Só não me lembra o escurecido bosque, Onde me espera, a meditar prazeres, A bela que eu amava. A meia-noite já não traz-me em sonhos As formas dela - desejosa e lânguida - Ao pé do leito, recostada em cheio Sobre meus braços ávidos. A cada instante o coração vencido Diminui um palpite; o sangue, o sangue, Que nas artérias férvido corria, Arroxa-se e congela. Ah! é chegada a minha hora extrema! Vai meu corpo dissolver-se em cinza; Já não podia sustentar mais tempo O espírito tão puro. É uma cena inteiramente nova. Como será? - Como um prazer tão belo, Estranho e peregrino, e raro e doce, Vem assaltar-me todo! E pelos imos ossos me refoge Não sei que fio elétrico. Eis! sou livre! O corpo que foi meu! que lodo impuro! Caiu, uniu-se à terra.
Por Junqueira FreireDez anos atrás eu rachava uma pedra de gelo ao meio com o jato do mijo. Hoje não empurro nem bola de naftalina.
Por Ary Barroso