Veja outros textos inspiradores!
A qualquer modo todo escuridão Eu sou supremo. Sou o Cristo negro. O que não crê, nem ama — o que só sabe O mistério tornado carne. Há um orgulho atro que me diz Que Sou Deus inconscienciando-me Para humano; sou mais real que o mundo, Por isso odeio-lhe a existência enorme, O seu amontoar de coisas vistas. Como um santo devoto Odeio o mundo, porque o que eu sou E que não sei sentir que sou, conhece-o Por não real e não ali. Por isso odeio-o — Seja eu o destruidor! Seja eu Deus ira!
Por Fernando PessoaNós dois sabemos que preciso parar de amar você. Seria ótimo se me deixasse tentar...
Por O Amor Não Tira FériasEu aprendi que todos querem viver no topo da montanha, mas toda felicidade e crescimento ocorre quando você a está escalando.
Por H. Jackson Brown JrSe se trata apenas de ser fiel a você e sempre estar ao seu lado, eu posso fazer isso. Eu quero amar você.
Por Holo, Meu AmorNo sonho sempre há alguma coisa de absurdo e confuso, nunca se fica livre da vaga sensação de que tudo é falso, de que, num repente, teremos de acordar.
Por Dino BuzzatiUma Arte Não é tão difícil dominar a arte de perder; tanta coisa parece preenchida pela intenção de ser perdida que sua perda não é nenhum desastre. Perca alguma coisa todo dia. Aceite a novela das chaves perdidas, a hora desperdiçada, aprender a arte de perder não é nada. Exercite-se perdendo mais, mais rápido: lugares, e nomes e... para onde mesmo você ia viajar? Nenhum desastre... Perdi o relógio de minha mãe. E olha, minha última e minha penúltima casas ficaram para trás. Não é difícil dominar a arte de perder. Perdi duas cidades, adoráveis. E, mais ainda, alguns domínios, propriedades, dois rios, um continente. Sinto sua falta, mas não foi um desastre. - Até mesmo perder você (a voz gozada, o gesto que eu amava) eu não posso mentir. É claro que não é tão difícil dominar a arte de perder apesar de parecer (pode Escrever!) desastre.
Por Elizabeth Bishop"E creio que a primeira tarefa que a vida nos oferece é essa : viver a vida, senti-la e gozá-la"
Por António Osório