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A felicidade não se guarda: é para consumo imediato.

Por Valter da Rosa Borges

Aquele que sabe dominar os convidados num jantar em Londres pode dominar o mundo. O futuro pertence aos requintados. Os charmosos dominarão o mundo.

Por Oscar Wilde

Tinha prometido pra mim mesmo que não iria mais me apaixonar por ninguém... mas aí eu conheci você.

Por Flávio Leandro

Deuteronômio, DT, 5:4, Face a face o Senhor falou conosco, no monte, do meio do fogo.

Por Deuteronômio, Antigo Testamento

Os homens deste mundo são como / os grãos de café na máquina de moer: / um antes, um depois, outro em seguida, / todos acabam por ir para o mesmo destino.

Por Giuseppe Belli

Ezequiel, EZ, 27:7, A sua vela era de linho fino bordado do Egito, para servir de estandarte; azul e púrpura das ilhas de Elisá eram o seu toldo.

Por Ezequiel, Antigo Testamento

I Reis, 1RS, 2:33, Assim, o sangue destes recairá sobre a cabeça de Joabe e sobre a cabeça da sua descendência para sempre; mas a Davi, à sua descendência, à sua casa e ao seu trono, o Senhor dará paz para todo o sempre.

Por I Reis, Antigo Testamento

Deus é Grande Deus e forte, quando ele quer não tem quem não queira.

Por Ayrton Senna

Romanos, RM, 16:21, Timóteo, meu cooperador, manda saudações, assim como Lúcio, Jasom e Sosípatro, meus parentes.

Por Romanos, Novo Testamento

Confissões de um menor abandonado Eu sei que sou culpado, não tive a capacidade de assumir a administração da minha vida, não fui capaz de controlar as emoções infantis nem consegui equilibrar-me sobre os obstáculos que herdei da sociedade. Até que me esforcei! Olhei para a vida de meus pais, porém, os desentendimentos do casamento falido nublaram os tais exemplos de que ouvi falar, só falar. Não tive o privilégio de me aquecer no meu próprio lar, porque lhe faltou a chama do amor, sustentando-nos unidos. Cada qual saiu para o seu lado. Na confusão da vida me perdi. Candidatei-me à escola. Juntei a identidade civil ao retrato desbotado, botei a melhor farda de guerreiro, entrei na fila. Humilhado por tantas exigências, implorando prazos, descontos e vaga, me sentei num banco escolar, jurei persistência, encarei o desafio. - Joãozinho, você não sabe sentar-se? - Joãozinho, seu material está incompleto. - Joãozinho, seu trabalho de pesquisa está horrível. - Joãozinho, seu uniforme está ridículo. A barra foi pesando, fui sendo passado pra trás e vendo que escola é coisa de rico. Um dia, me arrependi, mas a professora se escandalizou das faltas (nem eram tantas!) e disse que meu nome já estava riscado, há muito tempo. O que fazer? Dei marcha à ré ali e, olhando a turma, com vergonha, fui saindo. Moro nas marquises, debaixo da ponte, nas calçadas e não moro em lugar nenhum. Tenho avós, pais, irmãos e primos, mas não tenho família. Tenho idade de criança e desilusões de adulto. Minha aparência assusta as pessoas e nada posso fazer. A cada dia que passa, estou mais sujo, mais anêmico, mais fraco. Sou um rosto perdido, perambulando, em solo brasileiro. Na verdade, nos chamam de menores, todavia, somos os maiores desgraçados. Vendo balas num sinal de trânsito que muda de cor a cada minuto. Quando o sinal fica vermelho, os carros param, meu coração dispara. Para nós, menores abandonados, o vermelho do sinaleiro é a cor da esperança. Extraído do meu livro Escola Comunitária-4ª.ed

Por Ivone Boechat