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Levítico, LV, 15:15, Este os oferecerá, um para oferta pelo pecado, e o outro, para holocausto; e, assim, o sacerdote fará, por ele, expiação do seu fluxo diante do Senhor.
Por Levítico, Antigo TestamentoO meu amor me deixou, levou minha identidade nao sei mais bem onde estou nem onde ha realidade.
Por Adriana CalcanhottoJá experimentei a lágrima da solidão, a dor da decepção, a alegria da ilusão...Já conheci a felicidade e descobri que era mentira!
Por DidiEzequiel, EZ, 30:23, Dispersarei os egípcios entre as nações e os espalharei por outras terras.
Por Ezequiel, Antigo TestamentoCom certeza, os espíritos são de tal forma que, cada vez que eles abandonam as ideias verdadeiras, revestem-se das falsas, o que provoca uma turba de sensações desordenadas, que embaraça a verdadeira percepção.
Por BoécioII Reis, 2RS, 11:12, Então Joiada trouxe para fora Joás, o filho do rei, pôs a coroa na cabeça dele e lhe entregou o Livro do Testemunho. Eles o constituíram rei, o ungiram, bateram palmas e gritaram: - Viva o rei!
Por II Reis, Antigo TestamentoIsaías, IS, 3:8, Jerusalém tropeçou, e a terra de Judá está caída; porque as suas palavras e as suas obras são contra o Senhor, para desafiarem a sua gloriosa presença.
Por Isaías, Antigo TestamentoOração do Milho Sou a planta humilde dos quintais pequenos e das lavouras pobres. Meu grão, perdido por acaso, nasce e cresce na terra descuidada. Ponho folhas e haste e se me ajudares Senhor, mesmo planta de acaso, solitária, dou espigas e devolvo em muitos grãos, o grão perdido inicial, salvo por milagre, que a terra fecundou. Sou a planta primária da lavoura. Não me pertence a hierarquia tradicional do trigo. E de mim, não se faz o pão alvo, universal. O Justo não me consagrou Pão da Vida, nem lugar me foi dado nos altares. Sou apenas o alimento forte e substancial dos que trabalham a terra, onde não vinga o trigo nobre. Sou de origem obscura e de ascendência pobre. Alimento de rústicos e animais do jugo. Fui o angú pesado e constante do escravo na exaustão do eito. Sou a broa grosseira e modesta do pequeno sitiante. Sou a farinha econômica do proletário. Sou a polenta do imigrante e a miga dos que começam a vida em terra estranha. Sou apenas a fartura generosa e despreocupada dos paiois. Sou o cocho abastecido donde rumina o gado Sou o canto festivo dos galos na glória do dia que amanhece. Sou o carcarejo alegre das poedeiras à volta dos seus ninhos. Sou a pobreza vegetal, agradecida a Vós, Senhor, que me fizeste necessária e humilde Sou o milho.
Por Cora Coralina