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⁠Se você continuar falando, vai acabar mordendo a língua. (Vannie)

Por Drifting Dragons

I Crônicas, 1CR, 6:38, filho de Isar, filho de Coate, filho de Levi, filho de Israel.

Por I Crônicas, Antigo Testamento

Jeremias, JR, 27:18, Porém, se eles são profetas, e se a palavra do Senhor está com eles, que orem ao Senhor dos Exércitos, para que os utensílios que ficaram na Casa do Senhor, e no palácio do rei de Judá, e em Jerusalém não sejam levados para a Babilônia.`

Por Jeremias, Antigo Testamento

Ser homem é tender a ser Deus; ou, se preferirmos, o homem é fundamentalmente o desejo de ser Deus.

Por Jean-Paul Sartre

A poesia pulsa no sangue A poesia pulsa na alma A poesia pulsa no coração A poesia é calmante A poesia é doce e sal A poesia é o sol é a lua A poesia dança, ama A poesia faz amor em muita cama A poesia se apaixona e odeia. Ela mata, ela fere A poesia é o mar envolto A poesia é a areia na praia A poesia é o ser humano A poesia é a criança A poesia é o sol nascendo e si pondo A poesia é alegria, tristeza, politica, safadeza. A poesia é delicadeza. A poesia é imensidão, infinita, universal A poesia é o nascimento é a morte A poesia é a noite é o dia A poesia é vida. Esse poema está a minha segunda antologia, publicada pelo Beco dos Poetas

Por Antonia diniz

⁠Não sei se é saudade ou gasolina Que me traz pra longe e faz voltar Tudo que essa estrada nos ensina Força e coragem pra cantar

Por Cao Laru

Ezequiel, EZ, 14:16, tão certo como eu vivo, diz o Senhor Deus, mesmo que esses três homens estivessem no meio dela, não salvariam nem os seus filhos nem as suas filhas; só eles seriam salvos, e a terra seria assolada.

Por Ezequiel, Antigo Testamento

Romanos, RM, 10:8, Porém, o que se diz? ´A palavra está perto de você, na sua boca e no seu coração`, isto é, a palavra da fé que pregamos.

Por Romanos, Novo Testamento

Salmos, SL, 8:1, Ó Senhor, Senhor nosso, como é magnífico o teu nome em toda a terra! Pois puseste nos céus a tua majestade.

Por Salmos, Antigo Testamento

Ruínas (...) Risos não tem, e em seu magoado gesto Transluz não sei que dor oculta aos olhos; — Dor que à face não vem, — medrosa e casta, Íntima e funda; — e dos cerrados cílios Se uma discreta muda Lágrima cai, não murcha a flor do rosto; Melancolia tácita e serena, Que os ecos não acorda em seus queixumes, Respira aquele rosto. A mão lhe estende O abatido poeta. Ei-los percorrem Com tardo passo os relembrados sítios, Ermos depois que a mão da fria morte Tantas almas colhera. Desmaiavam, nos serros do poente, As rosas do crepúsculo. “Quem és? pergunta o vate; o sol que foge No teu lânguido olhar um raio deixa; — Raio quebrado e frio; — o vento agita Tímido e frouxo as tuas longas tranças. Conhecem-te estas pedras; das ruínas Alma errante pareces condenada A contemplar teus insepultos ossos. Conhecem-te estas árvores. E eu mesmo Sinto não sei que vaga e amortecida Lembrança de teu rosto.” Desceu de todo a noite, Pelo espaço arrastando o manto escuro Que a loura Vésper nos seus ombros castos, Como um diamante, prende. Longas horas Silenciosas correram. No outro dia, Quando as vermelhas rosas do oriente Ao já próximo sol a estrada ornavam Das ruínas saíam lentamente Duas pálidas sombras: O poeta e a saudade.

Por Machado de Assis