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II Pedro, 2PE, 1:8, Porque essas qualidades, estando presentes e aumentando cada vez mais, farão com que vocês não sejam nem inativos, nem infrutíferos no pleno conhecimento do nosso Senhor Jesus Cristo.
Por II Pedro, Novo TestamentoMateus, MT, 1:12, Depois do exílio na Babilônia, Jeconias gerou Salatiel; e Salatiel gerou Zorobabel;
Por Mateus, Novo TestamentoGostar de alguém é função do coração, mas esquecer, não. É tarefa da nossa cabecinha, que aliás é nossa em termos: tem alguma coisa lá dentro que age por conta própria, sem dar satisfação. Quem dera um esforço de conscientização resolvesse o assunto.
Por Martha MedeirosNão creio que vocês possam desafiar as regras da economia global mais do que eu poderia desafiar a lei da gravidade.
Por Bill ClintonJuízes, JZ, 7:14, O amigo respondeu: - Isso não é outra coisa a não ser a espada de Gideão, filho de Joás, homem israelita. Deus entregou nas mãos dele os midianitas e todo este arraial.
Por Juízes, Antigo TestamentoUma flor por mais bela que ela seja, um dia ela vai murchar. Uma árvore por mais grande e bela que ela seja um dia secará. Tudo está em processo, o tempo não para de passar, com a vida do homem não seria diferente de uma flor ou de uma árvore, toda existência de vida está em processo natural, que possui começo meio e fim. Lailison Douglas.
Por Lailison DouglasO PÁSSARO CATIVO Armas, num galho de árvore, o alçapão. E, em breve, uma avezinha descuidada, batendo as asas cai na escravidão. Dás-lhe então, por esplêndida morada, a gaiola dourada. Dás-lhe alpiste, e água fresca, e ovos, e tudo. Por que é que, tendo tudo, há de ficar o passarinho mudo, arrepiado e triste, sem cantar? É que, criança, os pássaros não falam. Só gorgeando a sua dor exalam, sem que os homens os possam entender. Se os pássaros falassem, talvez os teus ouvidos escutassem este cativo pássaro dizer: "Não quero o teu alpiste! Gosto mais do alimento que procuro na mata livre em que a voar me viste. Tenho água fresca num recanto escuro. Da selva em que nasci; da mata entre os verdores, tenho frutos e flores, sem precisar de ti! Não quero a tua esplêndida gaiola! Pois nenhuma riqueza me consola de haver perdido aquilo que perdi... Prefiro o ninho humilde, construído de folhas secas, plácido, e escondido. Entre os galhos das árvores amigas... Solta-me ao vento e ao sol! Com que direito à escravidão me obrigas? Quero saudar as pompas do arrebol! Quero, ao cair da tarde, entoar minhas tristíssimas cantigas! Por que me prendes? Solta-me, covarde! Deus me deu por gaiola a imensidade! Não me roubes a minha liberdade... QUERO VOAR! VOAR!..." Estas coisas o pássaro diria, se pudesse falar. E a tua alma, criança, tremeria, vendo tanta aflição. E a tua mão, tremendo, lhe abriria a porta da prisão...
Por Olavo BilacAforismo 2 - Tao Te King e comentário "Só temos consciência do Belo quando conhecemos o feio. Só temos consciência do bom, Quando conhecemos o mau. O grande e o pequeno são complementares. O alto e o baixo formam um todo O tom e o som se harmonizam. O antes e o depois seguem-se um ao outro. O passado e o futuro geram o tempo. O longo e o curto se delimitam O ser e o não ser geram-se mutuamente. O sábio executa sua tarefa sem agir. O sábio tudo realiza - e nada considera seu. O sábio tudo faz e não se apega à sua obra." ... Tao Te King. ------------------------------------------------------- No verso 2, Lao Tsé fala do Principio da Polaridade. Trata-se de um dos sete Princípios Herméticos básicos, que pode ser aplicado a todas as coisas. O Mestre consciente da polaridade deve saber como agir. Compreende que tudo gera o seu oposto. A obsessão em ser mestre produz o inverso. O Mestre é aquele que não deseja sê-lo. O mestre deve compreender o Principio do Gênero, Mestre num momento e discípulo no seguinte, pois não existe aquele que não tem algo a ensinar assim como o que não tem algo a aprender. Mestre num momento discípulo no seguinte e assim sucessivamente. Aquele que se diz mestre apenas é um discípulo a mais. Só no Absoluto estão contidos todos os conhecimentos por isto somente existe UM Mestre. Uma atitude demasiado resoluta produz o seu oposto " A obsessão de viver insinua preocupação com a mente " - John Heider A obsessão de ser o primeiro mestre leva à condição de ser o derradeiro discípulo. O Mestre ciente da polaridade da natureza não pressiona para que as coisas aconteçam, deixa que o processo se desenvolver espontaneamente. Forçar ser Mestre gera o não mestre, pois aquele que quer ser o primeiro acaba sendo o derradeiro... esta é a lei da polaridade. Disse Jesus: " Os últimos serão os primeiros"... O mestre cônscio sabe que constantes intervenções geram resultados inversos. " O sábio executa sua tarefa sem agir." O Mestre deve estar invisivelmente presente em suas obras e visivelmente ausente de todas elas, porque ele age pelo seu Ser muito mais que pelo seu Fazer o Dizer. Rhoden O Mestre deve ensinar pelos seus atos porque o "O mestre é o espelho dos discípulo" e não uma máquina impulsionadora. Como a inação pode gerar a ação? - Parece paradoxal, mas isto resulta do Principio da Polaridade. O Mestre ensina com exemplo e não com preleções sobre como deveriam ser, pois cada um tem sua linha própria de compreensão. Impor gera a desobediência, o mostrar gera o observar, o observar gera o imitar. Assim o mestre deve saber que o discípulo tende a desobedecer quando algo lhe é imposto, mas tende a imitá-lo quando apenas é observado. Forçar o criar discípulos gera anti-discípulos, não querer criar discípulo cria-os... esta é a lei da polaridade. Sabendo como funciona o princípio da polaridade ele o mestre não gera pressões, espera o fluir natural, aguarda o germinar da semente do exemplo. O Mestre planta e espera... O mestre deve saber que muitas intervenções bloqueiam o discípulo, pois conhece que os ensinamentos são mais eficazes quando transmitidos sem palavras. O mestre não deve buscar recompensas nem louvores, louvores gera invejas. Ele sabe que não pode dar pois nada lhe pertence propriamente, assim ele não deve ter apego à sua obra.
Por Lao-Tsé