Veja outros textos inspiradores!
Anda tão perdida De rolê na rua com suas amigas Quando a noite começa seu juízo termina Já se vingou de vários e foge de rotina Mas não esquece um beijo meu O amor que era seu Não fala do passado Mas seu quarto ainda lembra Que era eu, o amor que era seu Se beijar outra boca, eu saio de cena
Por João Gustavo e MuriloA verdadeira arte da felicidade neste mundo tão caprichoso parece nada mais, nada menos do que isso. Que aqueles que desfrutam do ócio encontrem um emprego, e aqueles que têm negócios encontrem o ócio.
Por Frances BurneyDestruir uma coisa é sempre mais rápido do que consertá-la. Isso é verdade em relação a tudo tudo, exceto o casamento.
Por Joe HillO importante é pedir desculpa. Principalmente se a gente quer errar de novo.
Por Cerginho da Pereira Nunes"Ser feliz sem motivo é a mais autêntica forma de felicidade". Se O Mestre Diz, Eu Não "dizdigo", Mas... Que Ele Me Desculpe, Pois Tenho Você, Hoje, Como O Meu....HHHHUUUMMM !!!! Melhor Motivo !!!!! Beijos....!!! Abraços....!!!! Muito Cheiro...HHHUUUMMM...
Por Carlos Drummond de AndradeO amor só vive pelo sofrimento e cessa com a felicidade; porque o amor feliz é a perfeição dos mais belos sonhos, e tudo que é perfeito, ou aperfeiçoado, toca o seu fim.
Por Camilo Castelo Brancoeu não entendia & ela se mexia tanto ao meu lado & aqueles bancos apertados o ar condicionado gelando tudo (os brincos dela, o meu humor) mais de uma hora cruzando ruas, avenidas, parágrafos – o livro gritando alto num mundo surdo depois de arrumar-se mais algumas dezenas de vezes passou batom nos lábios o sol já estava no meio do céu quando ela se levantou foi então que percebi que três pequenos pássaros voavam em suas costas
Por Fabiano CalixtoPara além da orelha existe um som, à extremidade do olhar um aspecto, às pontas dos dedos um objeto – é para lá que eu vou. À ponta do lápis o traço. Onde expira um pensamento está uma ideia, ao derradeiro hálito de alegria uma outra alegria, à ponta da espada a magia – é para lá que eu vou. Na ponta dos pés o salto. Parece a história de alguém que foi e não voltou – é para lá que eu vou. Ou não vou? Vou, sim. E volto para ver como estão as coisas. Se continuam mágicas. Realidade? eu vos espero. É para lá que eu vou. Na ponta da palavra está a palavra. Quero usar a palavra “tertúlia” e não sei aonde e quando. À beira da tertúlia está a família. À beira da família estou eu. À beira de eu estou mim. É para mim que vou. E de mim saio para ver. Ver o quê? ver o que existe. Depois de morta é para a realidade que vou. Por enquanto é sonho. Sonho fatídico. Mas depois – depois tudo é real. E a alma livre procura um canto para se acomodar. Mim é um eu que anuncio. Não sei sobre o que estou falando. Estou falando do nada. Eu sou nada. Depois de morta engrandecerei e me espalharei, e alguém dirá com amor meu nome. É para o meu pobre nome que vou. E de lá volto para chamar o nome do ser amado e dos filhos. Eles me responderão. Enfim terei uma resposta. Que resposta? a do amor. Amor: eu vos amo tanto. Eu amo o amor. O amor é vermelho. O ciúme é verde. Meus olhos são verdes. Mas são verdes tão escuros que na fotografia saem negros. Meu segredo é ter os olhos verdes e ninguém saber. À extremidade de mim estou eu. Eu, implorante, eu a que necessita, a que pede, a que chora, a que se lamenta. Mas a que canta. A que diz palavras. Palavras ao vento? que importa, os ventos as trazem de novo e eu as possuo. Eu à beira do vento. O morro dos ventos uivantes me chama. Vou, bruxa que sou. E me transmuto. Oh, cachorro, cadê tua alma? está à beira de teu corpo? Eu estou à beira de meu corpo. E feneço lentamente. Que estou eu a dizer? Estou dizendo amor. E à beira do amor estamos nós.
Por Clarice LispectorFAÇA AQUILO QUE RECEIA Ralph Waldo Emerson, filósofo e poeta, disse: "Faça aquilo que você receia e a morte do medo será certa." (Extraído do livro em PDF: O PODER DO SUBCONSCIENTE)
Por Joseph MurphyDoctor: Fizeram o quê? Bishop:Perdão? Doctor: Deixaram-na onde? Bishop: Na rua. Doctor: Na rua? Deixaram-na na rua. Roubaram o seu rosto, e então simplesmente a dispensaram e deixaram na rua. E como resultado, isso simplifica as coisas. É muito simples. Sabe por quê? Bishop: Não. Doctor: Porque agora, Detetive Inspetor Bishop, não existe poder nesta Terra que possa me deter.
Por Doctor Who