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Jó, JÓ, 27:4, nunca os meus lábios falarão injustiça, nem a minha língua pronunciará engano.
Por Jó, Antigo TestamentoApenas os perdedores acham que os sonhos são impossíveis. Para nós, os sonhos jamais são impossíveis! Quando acreditamos num sonho e lutamos por ele, este se torna realidade. Mas para isso você precisa de muita coragem.
Por Cavaleiros do ZodíacoDevemos prometer somente o que podemos entregar e entregar mais do que prometemos.
Por Jean RozwadowskiAS LINDAS DANAIDES As lindas Danaides são cinquenta irmãs, Belas como as cores das mais belas manhãs. Na mitologia grega a estória delas é contada, Tem versão mais ou menos romanceada. Foram forçadas a um casamento sem amor E na noite de núpcias a matar o marido sem pudor. Uma irmã não cumpriu com o combinado, Quando foi ser punida Afrodite ficou de seu lado. As quarenta e nove irmãs viúvas casaram novamente Com grandes heróis deixando o seu pai contente, Mas no desencarnarem com Hades foram acertar E uma punição pelo assassinato Hades a elas foram a ajustar. As lindas Danaides tinham que encher com água um tonel, Enquanto não enchessem no inferno sofreriam de modo cruel; Para isso cada uma tinha apena um jarro furado, Desse modo cada uma delas pagaria o seu pecado. Dessa lenda tão antiga surgiram expressões no nosso mundo: Exemplo: ”Tonel das Danaides” ou “Poço sem fundo” São coisas que fazemos mas que nunca tem realmente um fim. Se você tem essa compulsão vá para um psicólogo ou um botequim. André Zanarella 15-08-2012 Danaide: Espécie de roda hidráulica; danaida. Zoologia Inseto lepidóptero diurno da África, de asas vivamente coloridas. Fig. Tonel das Danaides, poço sem fundo, coisa de que não se vê o fim. http://www.recantodasletras.com.br/poesias/4394056
Por André ZanarellaA SOMBRA SOU EU A minha sombra sou eu, ela não me segue, eu estou na minha sombra e não vou em mim. Sombra de mim que recebo luz, sombra atrelada ao que eu nasci, distância imutável de minha sombra a mim, toco-me e não me atinjo, só sei dó que seria se de minha sombra chegasse a mim. Passa-se tudo em seguir-me e finjo que sou eu que sigo, finjo que sou eu que vou e que não me persigo. Faço por confundir a minha sombra comigo: estou sempre às portas da vida, sempre lá, sempre às portas de mim!
Por Almada Negreiros