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Você sempre me ensinou que eu nunca deveria ser obrigada a fazer nada que eu não quisesse, certo?
Por Amor para Recomeçar (série)Marcos, MC, 4:28, <J>A terra por si mesma frutifica: primeiro aparece a planta, depois, a espiga, e, por fim, o grão cheio na espiga.</J>
Por Marcos, Novo TestamentoLucas, LC, 23:19, Barrabás estava preso por causa de uma revolta na cidade e também por homicídio.
Por Lucas, Novo TestamentoCONFRONTO Bateu Amor à porta da Loucura. "Deixa-me entrar – pediu. Sou teu irmão. Só tu me limparás da lama escura a que me conduziu minha paixão." A Loucura desdenha recebê-lo, sabendo quanto Amor vive de engano, mas estarrece de surpresa ao vê-lo, de humano que era, assim tão inumano. E exclama: "Entra correndo, o pouso é teu. Mais que ninguém mereces habitar minha casa infernal, feita de breu, enquanto me retiro, sem destino, pois não sei de mais triste desatino que este mal sem perdão, o mal de amar."
Por Carlos Drummond de AndradeUm professor que o ensine a transformar-se numa pessoa livre e plena de amor é, e sempre foi, por definição, um alquimista.
Por Deepak ChopraVIRADA Começa a haver meia noite, memoração Como se tudo no tilintar das taças finda Calam-se os corações, os fogos falam Abraços hão de haver, de haver ainda E o universo inteiro sozinho... O meu fadário calado e na berlinda Do silêncio na inspiração d'um ninho Ruídos da rua, passos de ida e vinda E os festejos sussurrando baixinho E sozinho o universo inteiro... Felicitações me são dadas do vizinho Pelo ar ecoam acumulação de cheiro Então deixo ilusões na taça de vinho E velo solenemente o meu cativeiro E inteiro sozinho o universo... No rés do chão ter esperanças é roteiro Já o pensamento na saudade disperso Esperando, escutando, leve e sorrateiro Qualquer coisa, antes de dormir, averso Sozinho, solitário não, romeiro... Vou dormir! Amanhã, dia outro e diverso. Luciano Spagnol Cerrado goiano Poeta do cerrado
Por Luciano Spagnol (poeta do cerrado)Canção da Torre Mais Alta Mocidade presa A tudo oprimida Por delicadeza Eu perdi a vida. Ah! Que o tempo venha Em que a alma se empenha. Eu me disse: cessa, Que ninguém te veja: E sem a promessa De algum bem que seja. A ti só aspiro Augusto retiro. Tamanha paciência Não me hei de esquecer. Temor e dolência, Aos céus fiz erguer. E esta sede estranha A ofuscar-me a entranha. Qual o Prado imenso Condenado a olvido, Que cresce florido De joio e de incenso Ao feroz zunzum das Moscas imundas.
Por Arthur RimbaudIsaías, IS, 51:5, Perto está a minha justiça, a minha salvação já aparece, e os meus braços dominarão os povos. As terras do mar me aguardam e no meu braço esperam.
Por Isaías, Antigo TestamentoSe um jovem escritor conseguisse abster-se de escrever, não deveria hesitar em o fazer.
Por André Gide