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Salmos, SL, 12:7, Sim, Senhor, tu nos guardarás; tu nos livrarás desta geração para sempre.
Por Salmos, Antigo TestamentoOs vivos ouvem poucamente. As plantas, como o elemento aquático domina, são dadas à conversa. A menor brisa abala a urna de concórdia estremecida que, assim, sensível, se derrama e é solidão solícita. Os vivos não ouvem nada. Mas, havendo acedido a essa malícia de experiência cândida, os mortos deixam que o ouvido siga o fluvial diálogo das plantas umas com outras e todas com a brisa. Melhor ainda. Quando, nas noites cálidas, as plantas se sentem mais sozinhas, os mortos brincam à imitação das águas inventando palavras de consonâncias líquidas. E esse amoroso cuidado de palavras a urna de concórdia vegetal espevita até que, a horas altas, a noite, os mortos e as plantas caiam no sono duma luz solícita.
Por Fernando EchevarríaII Reis, 2RS, 7:5, Ao anoitecer, eles se levantaram para ir até o arraial dos sírios. Quando chegaram às imediações do arraial, eis que lá não havia ninguém.
Por II Reis, Antigo TestamentoNossa felicidade depende da educação da vontade, pois a felicidade consiste em fazer com que as ideias e os sentimentos agradáveis deem tudo o que podem dar de alegria, e em impedir aos pensamentos e às emoções dolorosas o acesso à consciência, ou pelo menos em não deixá-los preponderar.
Por Jules PayotNúmeros, NM, 34:11, A fronteira descerá desde Sefã até Ribla, para o lado leste de Aim; depois, a fronteira descerá e irá ao longo da borda do mar de Quinerete para o lado leste;
Por Números, Antigo Testamento