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Salmos, SL, 12:7, Sim, Senhor, tu nos guardarás; tu nos livrarás desta geração para sempre.

Por Salmos, Antigo Testamento

Nem que nada sei eu sei,Sócrates errou.

Por Filipe Ret

Os vivos ouvem poucamente. As plantas, como o elemento aquático domina, são dadas à conversa. A menor brisa abala a urna de concórdia estremecida que, assim, sensível, se derrama e é solidão solícita. Os vivos não ouvem nada. Mas, havendo acedido a essa malícia de experiência cândida, os mortos deixam que o ouvido siga o fluvial diálogo das plantas umas com outras e todas com a brisa. Melhor ainda. Quando, nas noites cálidas, as plantas se sentem mais sozinhas, os mortos brincam à imitação das águas inventando palavras de consonâncias líquidas. E esse amoroso cuidado de palavras a urna de concórdia vegetal espevita até que, a horas altas, a noite, os mortos e as plantas caiam no sono duma luz solícita.

Por Fernando Echevarría

II Reis, 2RS, 7:5, Ao anoitecer, eles se levantaram para ir até o arraial dos sírios. Quando chegaram às imediações do arraial, eis que lá não havia ninguém.

Por II Reis, Antigo Testamento

⁠Todo mundo precisa de regras. Afinal, como você pode quebrar algo que não existe?

Por Jodi Taylor

Que a maldade te esqueça!

Por Cícero Rosa Lins

Dê-me uma alavanca e um ponto de apoio e levantarei o mundo

Por Arquimedes

Nossa felicidade depende da educação da vontade, pois a felicidade consiste em fazer com que as ideias e os sentimentos agradáveis deem tudo o que podem dar de alegria, e em impedir aos pensamentos e às emoções dolorosas o acesso à consciência, ou pelo menos em não deixá-los preponderar.

Por Jules Payot

Que você descubra que rir é bom, mas que rir de tudo é desespero

Por Frejat

Números, NM, 34:11, A fronteira descerá desde Sefã até Ribla, para o lado leste de Aim; depois, a fronteira descerá e irá ao longo da borda do mar de Quinerete para o lado leste;

Por Números, Antigo Testamento