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⁠Por mais que seja uma escolha difícil, nós destruímos o padrão antes que o padrão nos destrua.

Por É Assim que Acaba (filme)

Números, NM, 7:24, No terceiro dia, foi Eliabe, filho de Helom, chefe dos filhos de Zebulom.

Por Números, Antigo Testamento

⁠A compreensão é unidimensional. É a compreensão pelo intelecto que leva ao conhecimento. A percepção, por outro lado, é tridimensional. É a compreensão simultânea da cabeça, do coração e do instinto. Ela provém unicamente da experiência pura.

Por Dan Millman

Pego a primeira parte para mim porque me chamo leão, / a segunda, sois vós a dar-me porque sou robusto, / a terceira cabe a mim porque valho mais. / A quarta, pobre daquele que ousar tocá-la.

Por Fedro

⁠Eu tenho o direito de viver minha própria vida da forma que eu quiser, contanto que eu não machuque outras pessoas, não é?

Por Extracurricular (série)

O amor verdadeiro é eterno. Só após conhecer o amor verdadeiro você pode ser feliz de verdade.

Por Anne Frank, Minha Melhor Amiga (filme)

Tarde da noite eu escrevo e as páginas do meu caderno incham de todas as palavras que coloquei sobre elas. Quase parece que quanto mais eu danifico a página, mais rápido algo se cura dentro de mim.

Por Elizabeth Acevedo

Eu sou como pareço ser. Feia, estúpida, temperamental, desagradável… É por isso que todo mundo me odeia. Eu me odeio.

Por As Memórias de Marnie

Para além da orelha existe um som, à extremidade do olhar um aspecto, às pontas dos dedos um objeto – é para lá que eu vou. À ponta do lápis o traço. Onde expira um pensamento está uma ideia, ao derradeiro hálito de alegria uma outra alegria, à ponta da espada a magia – é para lá que eu vou. Na ponta dos pés o salto. Parece a história de alguém que foi e não voltou – é para lá que eu vou. Ou não vou? Vou, sim. E volto para ver como estão as coisas. Se continuam mágicas. Realidade? eu vos espero. É para lá que eu vou. Na ponta da palavra está a palavra. (...) À beira de eu estou mim. É para mim que eu vou. E de mim saio para ver. Ver o quê? ver o que existe. Depois de morta é para a realidade que vou. Por enquanto é sonho. Sonho fatídico. Mas depois – depois tudo é real. E a alma livre procura um canto para se acomodar. Mim é um eu que anuncio. (...) Amor: eu vos amo tanto. Eu amo o amor. O amor é vermelho. (...) À extremidade de mim estou eu. Eu, implorante, eu a que necessita, a que pede, a que chora, a que se lamenta. Mas a que canta. A que diz palavras. Palavras ao vento? que importa, os ventos as trazem de novo e eu as possuo. Eu à beira do vento. O morro dos ventos uivantes me chama. Vou, bruxa que sou. E me transmuto. (...) Que estou eu a dizer? Estou dizendo amor. E à beira do amor estamos nós.

Por Clarice Lispector

A vida foi me mostrando que ela é bonita, sempre nasce e renasce.

Por Erasmo Carlos