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No condado, não há nada mais perigoso do que uma mulher que diz o que pensa. Foi o que aconteceu com Eva, sabe, o motivo pelo qual fomos expulsas do céu. Somos criaturas perigosas. Repletas de charmes diabólicos. Se tivermos a oportunidade, usaremos nossa magia para atrair os homens para o pecado, para o mal, para a destruição.
Por Kim LiggettAmizade é a semente que eu rego, o amuleto que eu carrego e alimenta minha crença.
Por Gabriel O PensadorII Crônicas, 2CR, 7:3, Todos os filhos de Israel, vendo descer o fogo e a glória do Senhor sobre o templo, se inclinaram com o rosto em terra sobre o pavimento, adoraram, e louvaram o Senhor, porque ele é bom, porque a sua misericórdia dura para sempre.
Por II Crônicas, Antigo TestamentoJeremias, JR, 31:10, ´Escutem a palavra do Senhor, ó nações, e anunciem isto nas terras distantes do mar. Digam: ´Aquele que espalhou Israel o congregará e o guardará, como um pastor faz com o seu rebanho.`
Por Jeremias, Antigo TestamentoPara as pessoas que esqueci, você não estava na minha cabeça por alguma razão, então não merece nenhum agradecimento.
Por EminemE enquanto a lua reluz e o brilho dos seus olhos serenam eu desaguo de paixão... Enquanto ventanas e ventanias me levam... Eu vou rumo ao coração... Sussurrando baixinho...seguindo meu caminho... Nesse forte trovão... E nada faz sentido...ou tudo tem sentido...nas rimas da nossa canção...
Por Dani CarvalhoPara além da orelha existe um som, à extremidade do olhar um aspecto, às pontas dos dedos um objeto – é para lá que eu vou. À ponta do lápis o traço. Onde expira um pensamento está uma ideia, ao derradeiro hálito de alegria uma outra alegria, à ponta da espada a magia – é para lá que eu vou. Na ponta dos pés o salto. Parece a história de alguém que foi e não voltou – é para lá que eu vou. Ou não vou? Vou, sim. E volto para ver como estão as coisas. Se continuam mágicas. Realidade? eu vos espero. É para lá que eu vou. Na ponta da palavra está a palavra. (...) À beira de eu estou mim. É para mim que eu vou. E de mim saio para ver. Ver o quê? ver o que existe. Depois de morta é para a realidade que vou. Por enquanto é sonho. Sonho fatídico. Mas depois – depois tudo é real. E a alma livre procura um canto para se acomodar. Mim é um eu que anuncio. (...) Amor: eu vos amo tanto. Eu amo o amor. O amor é vermelho. (...) À extremidade de mim estou eu. Eu, implorante, eu a que necessita, a que pede, a que chora, a que se lamenta. Mas a que canta. A que diz palavras. Palavras ao vento? que importa, os ventos as trazem de novo e eu as possuo. Eu à beira do vento. O morro dos ventos uivantes me chama. Vou, bruxa que sou. E me transmuto. (...) Que estou eu a dizer? Estou dizendo amor. E à beira do amor estamos nós.
Por Clarice LispectorConsidero a religião como um brinquedo infantil, e acho que o único pecado é a ignorância.
Por Christopher Marlowe