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Obadias, OB, 1:13, Você não devia ter entrado pelo portão do meu povo, no dia da sua calamidade. Você não devia ter olhado com prazer para o seu mal, no dia da sua calamidade. Você não devia ter posto as mãos sobre os seus bens, no dia da sua calamidade.
Por Obadias, Antigo TestamentoÊxodo, EX, 8:32, Mas ainda desta vez Faraó endureceu o coração e não deixou o povo ir.
Por Êxodo, Antigo TestamentoNada supera a gentileza. Ela permanece tranquilamente por trás de todas as coisas.
Por O Menino, a Toupeira, a Raposa e o CavaloA saúde de uma sociedade democrática pode ser medida pela qualidade de funções desempenhadas por seus cidadãos.
Por Alexis de TocquevilleNúmeros, NM, 15:7, E de vinho para a libação ofereça um litro e meio ao Senhor, em aroma agradável.
Por Números, Antigo TestamentoA economia, que é uma virtude, é uma necessidade na pobreza, um ato de juízo na mediania, e na opulência um vício.
Por Bernard FontenelleAtos, AT, 7:35, - A este Moisés, a quem tinham rejeitado, dizendo: ´Quem colocou você como chefe e juiz?`, Deus enviou como chefe e libertador, com a assistência do anjo que lhe apareceu na sarça.
Por Atos, Novo TestamentoLucas, LC, 12:19, <J>Então direi à minha alma: ´Você tem em depósito muitos bens para muitos anos; descanse, coma, beba e aproveite a vida.``</J>
Por Lucas, Novo TestamentoDestino Quem disse à estrela o caminho Que ela há-de seguir no céu? A fabricar o seu ninho Como é que a ave aprendeu? Quem diz à planta -"Floresce!"- E ao mudo verme que tece Sua mortalha de seda Os fios quem lhos enreda? Ensinou alguém à abelha Que no prado anda a zumbir Se à flor branca ou à vermelha O seu mel há-de ir pedir? Que eras tu meu ser, querida, Teus olhos a minha vida, Teu amor todo o meu bem... Ai! não mo disse ninguém. Como a abelha corre ao prado, Como no céu gira a estrela, Como a todo o ente o seu fado Por instinto se revela, Eu no teu seio divino Vim cumprir o meu destino... Vim, que em ti só sei viver, Só por ti posso morrer.
Por Almeida Garrett