Veja outros textos inspiradores!

A droga ilegal é ilusória, ela faz mal. Você vai encontrar pessoas na vida que vão dizer para você experimentar. Saiba! Você é livre para experimentar, MAS VOCÊ TAMBÉM É LIVRE PARA NÃO EXPERIMENTAR. E desse ponto de vista, VOCÊ NÃO É OBRIGADO A SER COMO OS OUTROS SÃO QUANDO ELES NÃO SÃO CORRETOS. VOCÊ É SIM...OBRIGADO A SER COMO OS OUTROS SÃO QUANDO ELES SÃO CORRETOS. Isto é, um benefício precisa ser imitado, o malefício não. Aqui está; a escolha agora é tua.

Por Mario Sergio Cortella

Ezequiel, EZ, 36:4, por isso, ó montes de Israel, ouçam a palavra do Senhor Deus: Assim diz o Senhor Deus aos montes e às colinas, aos desfiladeiros e aos vales, aos lugares desertos e desolados e às cidades abandonadas, que se tornaram rapina e motivo de zombaria para o resto das nações vizinhas.`

Por Ezequiel, Antigo Testamento

Gênesis, GN, 49:27, Benjamim é lobo que despedaça; pela manhã devora a presa e à tarde reparte o despojo.

Por Gênesis, Antigo Testamento

Jó, JÓ, 30:28, Tenho a pele queimada, mas não pelo sol; levanto-me na congregação e clamo por socorro.

Por Jó, Antigo Testamento

Somos como Adão e Eva, que no começo do mundo nada tinham com o que vestir-se. Eis que chega o fim do mundo e nós não temos mais roupa nem lar. E somos a derradeira lembrança de tudo que foi infinitamente grande, de tudo quanto se fez no mundo durante os milênios que decorreram entre eles e nós, e, em lembrança daquelas maravilhas desaparecidas, nós respiramos, nós amamos, nós choramos.

Por Boris Pasternak

Se te queres matar Se te queres matar, porque não te queres matar? Ah, aproveita! que eu, que tanto amo a morte e a vida, Se ousasse matar-me, também me mataria... Ah, se ousares, ousa! De que te serve o quadro sucessivo das imagens externas A que chamamos o mundo? A cinematografia das horas representadas Por actores de convenções e poses determinadas, O circo polícromo do nosso dinamismo sem fim? De que te serve o teu mundo interior que desconheces? Talvez, matando-te, o conheças finalmente... Talvez, acabando, comeces... E de qualquer forma, se te cansa seres, Ah, cansa-te nobremente, E não cantes, como eu, a vida por bebedeira, Não saúdes como eu a morte em literatura! Fazes falta? Ó sombra fútil chamada gente! Ninguém faz falta; não fazes falta a ninguém... Sem ti correrá tudo sem ti. Talvez seja pior para outros existires que matares-te... Talvez peses mais durando, que deixando de durar... A mágoa dos outros?... Tens remorso adiantado De que te chorem? Descansa: pouco te chorarão... O impulso vital apaga as lágrimas pouco a pouco, Quando não são de coisas nossas, Quando são do que acontece aos outros, sobretudo a morte, Porque é a coisa depois da qual nada acontece aos outros... Primeiro é a angústia, a surpresa da vinda Do mistério e da falta da tua vida falada... Depois o horror do caixão visível e material, E os homens de preto que exercem a profissão de estar ali. Depois a família a velar, inconsolável e contando anedotas, Lamentando a pena de teres morrido, E tu mera causa ocasional daquela carpidação, Tu verdadeiramente morto, muito mais morto que calculas... Muito mais morto aqui que calculas, Mesmo que estejas muito mais vivo além... Depois a trágica retirada para o jazigo ou a cova, E depois o princípio da morte da tua memória. Há primeiro em todos um alívio Da tragédia um pouco maçadora de teres morrido... Depois a conversa aligeira-se quotidianamente, E a vida de todos os dias retoma o seu dia... Depois, lentamente esqueceste. Só és lembrado em duas datas, aniversariamente: Quando faz anos que nasceste, quando faz anos que morreste; Mais nada, mais nada, absolutamente mais nada. Duas vezes no ano pensam em ti. Duas vezes no ano suspiram por ti os que te amaram, E uma ou outra vez suspiram se por acaso se fala em ti. Encara-te a frio, e encara a frio o que somos... Se queres matar-te, mata-te... Não tenhas escrúpulos morais, receios de inteligência!... Que escrúpulos ou receios tem a mecânica da vida? Que escrúpulos químicos tem o impulso que gera As seivas, e a circulação do sangue, e o amor? Que memória dos outros tem o ritmo alegre da vida? Ah, pobre vaidade de carne e osso chamada homem. Não vês que não tens importância absolutamente nenhuma? És importante para ti, porque é a ti que te sentes. És tudo para ti, porque para ti és o universo, E o próprio universo e os outros Satélites da tua subjectividade objectiva. És importante para ti porque só tu és importante para ti. E se és assim, ó mito, não serão os outros assim? Tens, como Hamlet, o pavor do desconhecido? Mas o que é conhecido? O que é que tu conheces, Para que chames desconhecido a qualquer coisa em especial? Tens, como Falstaff, o amor gorduroso da vida? Se assim a amas materialmente, ama-a ainda mais materialmente: Torna-te parte carnal da terra e das coisas! Dispersa-te, sistema físico-químico De células nocturnamente conscientes Pela nocturna consciência da inconsciência dos corpos, Pelo grande cobertor não-cobrindo-nada das aparências, Pela relva e a erva da proliferação dos seres, Pela névoa atómica das coisas, Pelas paredes turbilhonantes Do vácuo dinâmico do mundo...

Por Álvaro de Campos

⁠Nem bola de cristal, nem jogo de búzio O futuro mora no seu livre-arbítrio, então use-o a cigana tentou ler minha palma Mas só quem ouviu minhas rimas vai poder ler as linhas da minha alma Ainda assim tem um pedaço meu que eu calo Quer saber quem sou? Escute aquilo que eu não falo O segredo do poema não está só nas palavras que intercalo Repare no silencio de cada intervalo…

Por Fabio Brazza

I Samuel, 1SM, 18:4, Jônatas tirou a capa que vestia e a deu a Davi. Deu também a sua armadura, inclusive a espada, o arco e o cinto.

Por I Samuel, Antigo Testamento

I Crônicas, 1CR, 2:33, Os filhos de Jônatas foram: Pelete e Zaza; estes foram os filhos de Jerameel.

Por I Crônicas, Antigo Testamento

A calúnia é um assassino moral.

Por Benjamin Constant