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⁠Todo mundo diz o que é bom para você. Não querem que você encontre suas próprias respostas.Queremque você acredite neles.

Por Dan Millman

II Crônicas, 2CR, 35:8, Também os seus príncipes fizeram ofertas voluntárias ao povo, aos sacerdotes e aos levitas. Hilquias, Zacarias e Jeiel, chefes da Casa de Deus, deram aos sacerdotes, para os sacrifícios da Páscoa, dois mil e seiscentos cordeiros e cabritos e trezentos bois.

Por II Crônicas, Antigo Testamento

Minhas palavrasa podem estar muito longe do as pessoas querem ouvir... E talvez próximas de um julgamento que não posso permitir... Durante muito tempo acreditei... Nos sonhos que desejei... Fiz bolhas de sabão... Que vivendo a realidade... Levou essa minha ilusão... Mistura de sentimentos... Em fatos banais... Alma indecisa... Que em todos os dias... Busca a sabedoria... Mediando minha alegria... Na porção do meu ai... Busca longa... Que nunca a encontra... Em meu faz de conta... Volto a sonhar... Obra prima de vontade a jorrar... Do amanhecer ao entardecer... Na labuta diária... Ditoso e agradecido... Aguardo compassivo... Ser mais iluminado... Sorrio com vontade de chorar... Disfarço com maestria... Meu rosto torna-se então.... Uma paisagem... Fria... O coração lá dentro se arvora... Na balança monótona das horas... Escorrem de segundos em segundos... Pendatemente em passos fundos... Não espero recompensa... Conheço a ingratidão... Acredito que a vida é bela... Que é para ser vivida... Se na dor for queimado... Renascerei das cinzas... Sandro Paschoal Nogueira

Por Sandro Paschoal Nogueira

II Reis, 2RS, 4:29, Então o profeta disse a Geazi: - Cinja os lombos, pegue o meu bordão e vá. Se encontrar alguém, não o cumprimente; e, se alguém cumprimentar você, não responda. Ponha o meu bordão sobre o rosto do menino.

Por II Reis, Antigo Testamento

Ele era tão feio... Mas tão feio... Que era um assinte... Em concurso de feiúra... Ganhava de prato cheio... De olhos esbugalhados... Sampaco... Narigudo...adunco...orelhudo... Seu gogó imenso... Muito pronunciado... Parecia um marreco engasgado... Rosto chupado.. Sem carne... só osso... Labios finos... Distorcidos.... Muito magro e bem alto... Braços alongados... Pernas muito finas... Um espantalho... De chinelos notei seus pés... Pisando torto, desengonçado... Tinha unha encravada... Um joanete ao lado... O joelho enrugado... Igual cara de velho... Coxa dura e seca... Um boneco... Muito mal vestido... Debaixo da chuva impiedosa... Em nada se importava... Com a rua caudalosa... Mas tinha um traço peculiar... Que a tudo isso escondia... Um brilho no olhar... Em sorriso lindo que abria... Então tudo transformava... Um encantamento surgia... Atrás da feiúra aparente... Beleza verdadeira escondia... Tudo que era fora de proporção... Fazia sentido... Se o sorriso era lindo... Era nato e magnífico... Naquele vulto distorcido... A feiúra se transformar... De um sapo errante... Príncipe virar... E com tal afinco sorria... Que ao seu redor tudo mudava... De tarde chuvosa... Linda noite prometia... Descobri assim... Que na rua não devo mais sair... Toda vez que isso faço... Para comer pastel ou outro salgado... Perto da maria-fumaça... Sempre tem um babado... Sandro Paschoal Nogueira

Por Sandro Paschoal Nogueira

#Quem #é #capaz #de #amar... E trair ao mesmo tempo ? Será eu ?... Será você ?... Talvez o vento... Responda quem puder... Essa minha indagação... Doar sem receber... Receber sem merecer... Alguém merece a confiança ilimitada? Acreditar que dali não viria... A cruel punhalada... Trai com um sorriso... Em ato banal... Sentindo alegria... Enquanto faz o mal... Colecionar decepção... Para mim não é normal... Aperta meu coração... Perco a fé ... Desistimula a crer... Nas pessoas por final... Em mais um dia... Compreendo então... Embora não aceite... Tamanha ilusão... De onde menos se espera... Na alma se recebe a punhalada... Ao traído um triste ai... Para quem traiu ... Não foi nada... Sandro Paschoal Nogueira

Por Sandro Paschoal Nogueira

Não é digno de saborear o mel aquele que se afasta da colméia com medo das picadelas das abelhas.

Por William Shakespeare

Winter is coming! (O Inverno está chegando!)

Por Game of Thrones

⁠A propriedade privada é um dispositivo institucional para salvaguardar um estoque existente do capital de ser excessivamente explorado ou para punir um proprietário por deixar isso acontecer através de perdas do rendimento. Isso ajuda a permitir que os valores produzidos sejam maiores do que os valores destruídos durante a produção.

Por Hans-Hermann Hoppe

Nada de grande se cria de repente.

Por Epicteto