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Estou começando a acreditar que qualquer coisa que eu faça para prolongar a minha vida vai ser superada pela agonia de vivê-la.
Por Donald Ray PollockUma vida tem que se mover ou estagna. Mesmo esta vida, eu acho. Cada amanhã não deve ser semelhante a cada ontem
Por Beryl MarkhamOs vivos ouvem poucamente. As plantas, como o elemento aquático domina, são dadas à conversa. A menor brisa abala a urna de concórdia estremecida que, assim, sensível, se derrama e é solidão solícita. Os vivos não ouvem nada. Mas, havendo acedido a essa malícia de experiência cândida, os mortos deixam que o ouvido siga o fluvial diálogo das plantas umas com outras e todas com a brisa. Melhor ainda. Quando, nas noites cálidas, as plantas se sentem mais sozinhas, os mortos brincam à imitação das águas inventando palavras de consonâncias líquidas. E esse amoroso cuidado de palavras a urna de concórdia vegetal espevita até que, a horas altas, a noite, os mortos e as plantas caiam no sono duma luz solícita.
Por Fernando EchevarríaEu só quero é brincar de ser feliz O que eu peço para Deus ele me dá Não importa o tamanho do nariz Ninguém tem o poder de me julgar O futuro está todo escrito a giz O passado não dá para apagar O destino é eterno aprendiz Preconceito aqui não tem lugar
Por Diogo NogueiraJeremias, JR, 3:3, É por isso que não tem chovido, e a chuva fora de época não veio. Mas você tem a fronte de prostituta e não quer se envergonhar.
Por Jeremias, Antigo TestamentoA vingança é sempre o prazer de um espírito mesquinho, / de um espírito amedrontado e avaro. Podes ter a certeza disso agora mesmo: / ninguém se deleita tanto com a vingança como a mulher.
Por JuvenalII Coríntios, 2CO, 5:5, Ora, foi o próprio Deus quem nos preparou para isto, dando-nos o penhor do Espírito.
Por II Coríntios, Novo TestamentoAh, a Esta Alma Que Não Arde "AH, a esta alma que não arde . Não envolve, porque ama, A esperança, ainda que vã, O esquecimento que vive Entre o orvalho da tarde. E o orvalho da manhã
Por Fernando PessoaAs migalhas são um castigo, pois além de não matarem a fome, nutrem sem ser o que verdadeiramente sustenta.
Por Oscar de Jesus Klemz