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Menos emoção e mais razão.
Quando a gente questiona as nossas certezas sobre o mundo, a gente passa a ter de fato uma visão própria, e não uma visão incorporada.
Eu quero que as pessoas me escutem. Elas podem discordar de mim no final, não tem problema. Mas quero que a gente permita o diálogo.
Acesse os seus desejos, compreenda as suas vontades, aprimore-se tanto quanto conseguir, mas seja gentil durante todo o processo. Conheça-se o suficiente para melhorar e ame-se o suficiente para que seja o amor a motivação para o aprimoramento. Melhore por se amar muito, não por se amar pouco.
O problema é que se você dá para as pessoas um rótulo, elas vão avaliar esse rótulo a partir das próprias lentes.
Eu não acredito que as coisas são definitivas. Acho que a crítica deve servir como um ensejo para a gente construir a partir dela e não como uma estratégia de aniquilação.