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Aqueles que exploram a religião para seus próprios fins egoístas oprimem e denigrem as pessoas Eles tiram impiedosamente vantagens dos outros, apossando-se do que podem e então, cruelmente, deixam as pessoas de lado quando não tem mais nada a oferecer Da mesma forma, aqueles que exploram o mundo da política para o seu próprio fim compartilham do mesmo desprezo pelas pessoasOs senhores não devem ser enganados por esse tipo de pessoaAs pessoas não existem para beneficiarem os líderes O que deve ocorrer é justamente o oposto Os líderes, inclusive políticos e clérigos existem para beneficiar as pessoas Os professores por sua vez, existem para o bem dos estudantes Entretanto, muitos dos que se encontram em posições de liderança comportam-se arrogantemente, denigrem as pessoas.
Por Daisaku IkedaGálatas, GL, 5:24, E os que são de Cristo Jesus crucificaram a carne, com as suas paixões e os seus desejos.
Por Gálatas, Novo TestamentoExistem coisas que podem matar você. Todo tipo de coisas, de brinquedos a irmãos mais velhos. E à medida que ela crescia, a lista só aumentava.
Por Laini TaylorCompletar minha missão e proteger meus homens. Ter que fazer ambos ao mesmo tempo é o que faz de ser um capo algo tão difícil. Você está preparado para isso? Eu sei que eu estou. -Bruno Bucciarati
Por Jojo's Bizarre AdventureSou desastrada, não tenho o corpo perfeito, gosto rápido das pessoas, meu cabelo é bagunçado, mas tento ser forte.
Por Kristen StewartA fraqueza faz-se respeitar mais do que a energia. É por isso que os fortes são maltratados e os fracos flutuam sempre.
Por George SandO meu olhar é nítido como um girassol. Tenho o costume de andar pelas estradas Olhando para a direita e para a esquerda, E de, vez em quando olhando para trás... E o que vejo a cada momento É aquilo que nunca antes eu tinha visto
Por Alberto CaeiroEntre brumas, ao longe, surge a aurora. O hialino orvalho aos poucos se evapora, Agoniza o arrebol. A catedral ebúrnea do meu sonho Aparece, na paz do céu risonho, Toda branca de sol. E o sino canta em lúgubres responsos: “Pobre Alphonsus! Pobre Alphonsus!” O astro glorioso segue a eterna estrada. Uma áurea seta lhe cintila em cada Refulgente raio de luz. A catedral ebúrnea do meu sonho, Onde os meus olhos tão cansados ponho, Recebe a bênção de Jesus. E o sino clama em lúgubres responsos: “Pobre Alphonsus! Pobre Alphonsus!” Por entre lírios e lilases desce A tarde esquiva: amargurada prece Põe-se a lua a rezar. A catedral ebúrnea do meu sonho Aparece, na paz do céu tristonho, Toda branca de luar. E o sino chora em lúgubres responsos: “Pobre Alphonsus! Pobre Alphonsus!” O céu é todo trevas: o vento uiva. Do relâmpago a cabeleira ruiva Vem açoitar o rosto meu. E a catedral ebúrnea do meu sonho Afunda-se no caos do céu medonho Como um astro que já morreu. E o sino geme em lúgubres responsos: “Pobre Alphonsus! Pobre Alphonsus!”
Por Alphonsus de GuimaraensAtos, AT, 4:3, Prenderam Pedro e João e os recolheram ao cárcere até o dia seguinte, pois já era tarde.
Por Atos, Novo Testamento